<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693</id><updated>2011-09-28T16:22:41.749-07:00</updated><category term='- Alcoolismo e timidez sexual'/><category term='- Alcoolismo e dor-de-cotovelo'/><category term='- Autocontrole'/><category term='- Adicção'/><category term='- Comportamento Compulsivo'/><category term='- Compaixão'/><category term='- Despertar Espiritual'/><category term='- 9º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- Complicações dos comportamentos compulsivos'/><category term='- Co-dependência'/><category term='- O alcoolismo dá em todo tipo de gente'/><category term='- 5º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- 7º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- Inteligência Espiritual'/><category term='- A águia e a renovação'/><category term='- Como saber se você é um alcoólatra'/><category term='- Egocentrismo'/><category term='- Auto suficiência'/><category term='- 8º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- Da caverna à taberna'/><category term='- Dependência Química - Doença ou Opção ?'/><category term='- Dependência'/><category term='- Adicção - Drogadicção - Drogadicto'/><category term='- Auto-estima'/><category term='- 10 passos que ajudarão seus filhos a dizerem não as drogas'/><category term='- As crianças aprendem o que vivem'/><category term='- Alcoolismo e vergonha na cara'/><category term='- A Humildade'/><category term='- 10º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- Desligamento Emocional com Amor'/><category term='- 3º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- Auto-piedade'/><category term='- 4º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- A família é importante para o tratamento'/><category term='- A auto-aceitação'/><category term='- Como é uma mulher com auto-estima saudável ?'/><category term='- 12 Passos com leitura bíblica'/><category term='- 11º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- Alcool e Drogas. O que fazer ?'/><category term='O codependente é atado na pessoa problema'/><category term='- Atividade física compulsiva'/><category term='- O ciclo da adicção'/><category term='- A droga chamada CRACK'/><category term='- 2º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- Alcoólicos Anônimos no Brasil'/><category term='- 6º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- Comprar Compulsivo'/><category term='- Jogar Compulsivo'/><category term='- 12º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- 1º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><category term='- Aprendendo a perdoar a si mesmo'/><category term='- Disfunção Familiar'/><title type='text'>DEPENDÊNCIA QUÍMICA</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://vandercampello.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>52</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-3388013010285681203</id><published>2010-08-17T14:41:00.000-07:00</published><updated>2011-09-26T18:41:46.036-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O codependente é atado na pessoa problema'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;O CODEPENDENTE É ATADO NA PESSOA PROBLEMA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma expressão que representa bem a maneira como o codependente adere à pessoa problemática é atadura emocional. Dizemos que existe &lt;em&gt;atadura emocional&lt;/em&gt; quando uma pessoa se encontra atrelada emocionalmente a coisas negativas ou patológicas de alguém que o rodeia; seja esposo, filho, parente, companheiro de trabalho, etc. Devida a essas amarras emocionais o codependente passa a ser quase um outro dependente (de pessoa problemática).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A codependência se manifesta de duas maneiras: como um intrometimento em todas as coisas da pessoa problema, incluindo horário de tomar banho, alimentação, vestuário, enfim, tudo o que diz respeito à vida do outro. Em segundo, tomando para si as responsabilidades de outra pessoa. Evidentemente, ambas atitudes propiciam um comportamento mais irresponsável ainda por parte da pessoa problemática.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Percebe-se na codependência um conjunto de padrões de conduta e pensamentos (patológicos) que, além compulsivos, produzem sofrimento. O codependente almeja ser, realmente, &lt;em&gt;o salvador&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;protetor&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;consertador&lt;/em&gt; da outra pessoa, mesmo que para isso ele esteja comprovadamente prejudicando e agravando o problema do outro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como se nota, o problema do codependente é muito mais dele próprio do que da pessoa problemática e, normalmente, a nobre função do codependente depende da capacidade de ajudar ou salva a outra pessoa, que sempre é transformada em vítima e não responsável pelos próprios problemas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por causa do envolvimento de toda a família nos problemas do codependente ou alcoolista, considera-se que o alcoolismo ou o uso nocivo de drogas é uma doença que afeta não apenas o dependente, mas também a família.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5656848228917258002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 24px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-RGOiXEVyX_4/ToEpfjDpJxI/AAAAAAAABUM/HR0BtpYfjX0/s200/vcs.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-3388013010285681203?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3388013010285681203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3388013010285681203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2010/08/o-codependente-e-atado-na-pessoa.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-RGOiXEVyX_4/ToEpfjDpJxI/AAAAAAAABUM/HR0BtpYfjX0/s72-c/vcs.png' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-1330308928052705764</id><published>2010-08-17T14:38:00.000-07:00</published><updated>2010-12-07T13:15:23.308-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O ciclo da adicção'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;O CICLO DE ADICÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que descrevemos é um ciclo de adicção que leva o adicto a uma armadilha mortal. Vamos dar um olhada mais próxima neste ciclo e o que acontece a você se ficar preso nele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Gratificação a curto prazo:&lt;/strong&gt; primeiro há uma gratificação a curto prazo. Sente-se bem agora, há um forte ganho a curto prazo, que leva você a assumir que a droga ou comportamentos é bom.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dor a longo prazo:&lt;/strong&gt; a gratificação a curto prazo é seguida por dor a longo prazo. Esta dor, parte da qual é devida à abstinência física, e parte por dificuldade de funcionar psico-socialmente sem drogas, é consequência direta do uso de drogas adictivas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Pensamento adictivo:&lt;/strong&gt; a dor a longo prazo e a disfunção deflagaram o pensamento adictivo. O pensamento adictivo começa com a obsessão e compulsão. Obsessão é um pensamento contínuo sobre os efeitos positivos do uso do álcool e das drogas. Compulsão é um impulso emocional ou necessidade de usar a droga para conseguir o efeito positivo embora saiba que vai murchar ao longo da caminhada. Isto leva a negação e a racionalização para permitir o uso continuado. Negação é a incapacidade de reconhecer que há um problema. Racionalização é atacar outras situações e pessoas, por problemas em vez do uso da droga.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aumento da tolerância:&lt;/strong&gt; sem sentir o que está acontecendo, necessita-se cada vez de mais droga para produzir o mesmo efeito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Perda de controle:&lt;/strong&gt; a obsessão e a compulsão tornam-se tão urgentes que não se pode pensar em mais nada. Sentimentos e emoções ficam distorcidas pela compulsão. Fica-se enterrado, desconfortável até que o impulso para usar é tão forte que não se consegue resistir. Uma vez usado o adictivo químico ou os comportamentos adictivos novamente, o ciclo começa outra vez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Danos bio-psico-sociais:&lt;/strong&gt; eventualmente haverá danos para a saúde de seu corpo (saúde física), mente (saúde psicológica) e relações com outras pessoas (saúde social). Como a dor e o stress ficam piores, a compulsão para usar drogas ou comportamentos adictivos para conseguir alívio da dor aumentam. Desenvolve-se uma armadilha mortal. Precisa-se usar adictivos para sentir-se bem. Quando se usa adictivamente, prejudica-se fisicamente, psicologicamente e socialmente. Este dano aumenta a dor que aumenta a necessidade de uso de adictivos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5548051522537719282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 24px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/TP6jdwRtBfI/AAAAAAAABTg/r2vBhPUtGIs/s200/vcs.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-1330308928052705764?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1330308928052705764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1330308928052705764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2010/08/o-ciclo-de-adiccao-o-que-descrevemos-e.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/TP6jdwRtBfI/AAAAAAAABTg/r2vBhPUtGIs/s72-c/vcs.png' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-3854905817834012269</id><published>2010-08-17T14:34:00.000-07:00</published><updated>2010-11-16T14:28:16.052-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- O alcoolismo dá em todo tipo de gente'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;O ALCOOLISMO DÁ EM TODO TIPO DE GENTE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das lendas sobre sobre o alcoolismo é que ele seja causado pela miséria. A vida se tornaria tão dura que, para anestesiar-se, o miserável se refugiaria no álcool. Isso não é verdade. O etilismo ocorre com a mesma frequência em países pobres ou ricos, países capitalistas ou socialistas. Dá tanto em rico quanto em pobre, tanto em branco quanto em preto. Não é sintoma de problemas sociais. Também não é doença de gente triste. Registram-se os mesmos 13% entre pessoas frustradas ou bem-sucedidas, bem-amadas, tímidas ou extrovertidas, angustiadas ou tranquilas. Não há conexão direta entre alcoolismo e fossa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra lenda é que o alcoolismo seria decorrência do clima frio. As pessoas iriam se “viciando” no álcool por recorrerem frequentemente a ele para aquecer o corpo. Também isso não é verdade: em países tropicais bebe-se tanto quanto nos países nórdicos – baiano não bebe menos do que sueco ou esquimó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A compulsão ao álcool não tem igualmente nada a ver com gula ou voracidade. Dá com a mesma regularidade em gordos e magros, gulosos e frugais. É óbvio que o alcoolismo é uma voracidade, só que é uma voracidade restrita ao álcool. Um alcoólatra pode perfeitamente ser uma pessoa moderada em tudo o mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tampouco existem tipos de personalidade mais sensíveis ao álcool. Se muitos alcoólatras são violentos, paranóicos, ciumentos, muitos não o são, ou só ficam assim quando estão bêbados, se bem que muito bêbado é meigo, tranquilo, manso, mesmo no auge do pileque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de se ficar embriagado com pouco álcool ou de não se mostrar alterado nem com muito álcool também não quer dizer nada. Muito alcoólatra fica bêbado na primeira dose, e outros não se embriagam nem depois de beberem um litro. A única vantagem do alcoolismo de pequenas doses é que sai mais barato para quem está nele, caso não continue bebendo depois de bêbado...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alcoolismo também não é coisa de gente preguiçosa ou fraca da vontade. Aquele atleta de ontem, que acordava com o nascer do sol e apresentava a mais férrea força de vontade, pode perfeitamente tornar-se o pau-d'água de amanhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frequência com que se bebe, esta sim, é sugestiva de tendência ao alcoolismo, embora não seja fator decisivo. Muita gente bebe diariamente e jamais perde a moderação espontânea, enquanto outros bebem anualmente, num único fim de semana, mas aí ninguém segura. Porém, de maneira geral, o alcoólatra tende a beber cada vez mais, e mais habitualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Mascarenhas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/TOMEkSJwQ-I/AAAAAAAABS4/3kNhZzeK098/s1600/vcs.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540276987990393826" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 24px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/TOMEkSJwQ-I/AAAAAAAABS4/3kNhZzeK098/s200/vcs.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-3854905817834012269?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3854905817834012269'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3854905817834012269'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2010/08/o-alcoolismo-da-em-todo-tipo-de-gente.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/TOMEkSJwQ-I/AAAAAAAABS4/3kNhZzeK098/s72-c/vcs.png' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-7013316223984345312</id><published>2010-08-17T14:33:00.000-07:00</published><updated>2010-11-16T14:23:00.576-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Jogar Compulsivo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;JOGAR COMPULSIVO (ou Patológico)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo a CID.10, a característica essencial do Jogo Patológico é um comportamento de jogo mal adaptativo, recorrente e persistente que perturba os empreendimentos pessoais, familiares e/ou ocupacionais. A pessoa com esse transtorno pode manter uma preocupação com o jogo, tais como, planejar a próxima jogada ou pensar em modos de obter dinheiro para jogar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A maioria dessas pessoas com Jogo Patológico afirma que está mais em busca de “ação” do que de dinheiro e, por causa dessa busca de ação, apostas ou riscos cada vez maiores podem ser necessárias para continuar produzindo o nível de excitação desejado. Os indivíduos com Jogo Patológico frequentemente continuam jogando, apesar de repetidos esforços no sentido de controlar, reduzir ou cessar o comportamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Através do reforço emocional intermitente, onde ganhar é um reforço positivo imediato e perder é “apenas” uma circunstância aleatória, o indivíduo apresenta o comportamento compulsivo de jogar. Está sempre na expectativa de ganhar, como foi conseguido anteriormente. Existe ainda uma sensação especial no comportamento de risco, o que ocupa a mente do jogador fazendo que passe a repetir o comportamento (dependência).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O jogo pode tornar-se uma grande fonte de prazer, podendo vir a ser a única forma de prazer para algumas pessoas. O jogador compulsivo costuma se tornar inconsequente, gastando aquilo que não tem, perdendo a noção de realidade. A síndrome de abstinência pode estar presente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Precisam de tratamento quando têm como consequências, prejuízos significativos à vida da pessoa ou ao seu entorno sócio-familiar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540276463089268242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 218px; CURSOR: hand; HEIGHT: 32px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/TOMEFuvkthI/AAAAAAAABSw/k3dp9IPlYnk/s200/vcs.png" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-7013316223984345312?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7013316223984345312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7013316223984345312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2010/08/jogar-compulsivo-ou-patologico-segundo.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/TOMEFuvkthI/AAAAAAAABSw/k3dp9IPlYnk/s72-c/vcs.png' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-7485713204679822683</id><published>2010-08-17T14:30:00.000-07:00</published><updated>2010-11-16T14:20:32.630-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Inteligência Espiritual'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;INTELIGÊNCIA ESPIRITUAL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Inteligência espiritual é ter consciência de que a vida é uma grande pergunta em busca de uma grande resposta. É procurar o sentido da vida, mesmo sendo um ateu. É procurar por Deus, independente de uma religião, mesmo sentindo-se confuso no novelo da existência. É agradecer a Deus pelo dia, pela noite, pelo sol, por sermos um ser único no universo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É procurar as respostas que a ciência nunca nos deu. É ter esperança na desolação, amparo na tribulação, coragem nas dificuldades. É ser um poeta da vida. Você é um poeta ?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No cerne da alma e no espírito humano há um buraco negro, um vazio existencial, que suga nossa paz diante das dores da vida e da morte. O fim da existência é o fenômeno mais angustiante do homem. Todos os povos desenvolveram um tipo de inteligência espiritual para entendê-lo e superá-lo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Einstein disse: quero conhecer os pensamentos de Deus, o resto é detalhe. Ele ambicionava algo maior do que revolucionar a ciência. O homem mais inteligente do século XX queria perscrutar a mente de Deus. Ele buscava o sentido da sua vida. Onde anda você ?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No passado, eu pensava que procurar Deus era uma perda de tempo. Hoje penso completamente diferente. Percebo que há um conflito existencial dentro de cada ser humano, seja ele um religioso ou um ateu cético, que a psiquiatria e a psicologia não podem resolver. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A psiquiatria trata do transtornos psíquicos usando antidepressivos e tranquilizantes, e a psicologia, usando técnicas psicoterapêuticas. Mas elas não resolvem o vazio existencial, não dão respostas aos mistérios da vida. Quando a fé se inicia, a ciência se cala. A fé transcende a lógica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Temos milhões de livros científicos, mas a ciência não sabe explicar o que é a vida. Vivemos numa bolha de mistérios. As questões básicas da existência humana não foram resolvidas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem somos ? Para onde vamos ? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como é possível resgatar a identidade da personalidade depois da morte se trilhões de segredos da memória se esfacelam no caos ?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O fim é o nada ou o fim é o começo ?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nenhum pensador encontrou tais respostas. Quem as procurou na ciência morreu com suas dúvidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ciência através do seu orgulho débil, desprezou a eterna e incansável procura do homem pelo sentido da vida. Agora, estamos entendendo que o desenvolvimento da inteligência espiritual por meio de oração, meditação e busca de resposta existenciais aqueta o pensamento e apazigua as aguas da emoção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora haja radicalismos e intolerância religiosa que depõem contra a inteligência, procurar por Deus, conhecê-lo e amá-lo é um ato inteligentíssimo. O amor do ser humano pelo Autor da Vida produz força na fragilidade, consolo nas tempestades, segurança no caos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/THcC62gQyDI/AAAAAAAABRY/85jAPEsughk/s1600/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509875879197591602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 29px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/THcC62gQyDI/AAAAAAAABRY/85jAPEsughk/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-7485713204679822683?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7485713204679822683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7485713204679822683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2010/08/inteligencia-espiritual-inteligencia.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/THcC62gQyDI/AAAAAAAABRY/85jAPEsughk/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-7449982659894396904</id><published>2010-08-17T14:28:00.000-07:00</published><updated>2010-11-16T14:19:43.374-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Egocentrismo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;EGOCENTRISMO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que é egocentrismo? É a crença de que o mundo gira a nosso redor. Nossos desejos, nossas exigências são as únicas que merecem consideração. Nossas mentes egocêntricas acreditam ser capazer de conseguir tudo o que querem, simplesmente lançando mão de seus próprios truques. O egocentrismo presume total auto-suficiência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dizemos que o egocentrismo é a parte espiritual de nossa doença, porque uma mente egocêntrica não pode conceber nada maior ou mais importante do que ela própria. Mas existe uma solução espirtual para nossa doença espiritual: os Doze Passos de A.A. (Alcoólicos Anônimos) e N.A. (Narcóticos Anônimos). Os passos nos afastam do egocentrismo, centrando-nos em Deus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A essência espiritual de nossa doença é o egocentrismo. Para lidar com outras pessoas, nossa adicção só nos ensinou o egoísmo – queríamos o que queríamos e quando queríamos. A obsessão por nós mesmos estava profundamente enraizada em nossas vidas. Em recuperação, como desenraizamos a auto-obsessão?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Revertemos os efeitos de nossa doença aplicando alguns princípios espirituais muito simples. Para agir contra o egocentrismo de nossa adicção, aprendemos a aplicar o princípio da boa vontade. Em vez de procurar servir apenas a nós mesmos, começamos a servir aos outros. Em vez de pensar somente sobre o que podemos tirar de uma situação, aprendemos a pensar primeiro no bem-estar dos outros. Quando nos deparamos com uma escolha moral, aprendemos a parar, nos lembrar de princípios espirituais e agir apropriadamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A maneira de fortalecer nossa auto-estima não é destruindo os outros, mas ajudando-os a crescer através do amor e de um interesse positivo. Para nos ajudar, podemos nos perguntar se estamos contribuindo para o problema ou para a solução. Hoje, podemos optar por constuir em vez de destruir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao começar a “fazer a coisa certa pelo motivo certo”, podemos detectar uma mudança em nós mesmos. Onde antes éramos regidos pela vontade própria, agora somos guiados por nossa boa vontade para com os outros. O egocentrismo crônico da adicção está perdendo seu poder sobre nós. Estamos aprendendo a “praticar estes princípios em todas as nossas atividades”, estamos vivendo nossa recuperação, não nossa doença.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/THcC62gQyDI/AAAAAAAABRY/85jAPEsughk/s1600/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509875879197591602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 29px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/THcC62gQyDI/AAAAAAAABRY/85jAPEsughk/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: center"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-7449982659894396904?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7449982659894396904'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7449982659894396904'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2010/08/egocentrismo-o-que-e-egocentrismo-e.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/THcC62gQyDI/AAAAAAAABRY/85jAPEsughk/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-4358199133182467670</id><published>2010-08-17T14:24:00.000-07:00</published><updated>2010-11-16T14:19:00.770-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Disfunção Familiar'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/THcC62gQyDI/AAAAAAAABRY/85jAPEsughk/s1600/assinatura01.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,0);font-size:180%;" &gt;&lt;strong&gt;DISFUNÇÃO FAMILIAR&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na família da pessoa problemática as relações familiares e a comunicação interpessoal vão se tornando cada vez mais complicadas. A comunicação se faz mais confusa e indireta, de modo que é mais fácil encobrir e justificar a conduta do dependente do que discutí-la. Esta dificuldade (disfunção) vai se convertendo em estilo de vida familiar e produzindo, em muitos casos, o isolamento da família dos contatos sociais cotidianos. As regras familiares se tornam confusas, rígidas e injustas para seus membros, de forma que os deveres passama ser distorcidos, com algum prejuízo das pessoas que não tem problemas e privilégios da pessoa problemática.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como se vê, a conduta codependente é uma resposta doentia ao comportamento da pessoa problemática, e se converte em um fator chave na evolução da dependência, isto é, a codependência promove o agravamento da situação da pessoa problemática, processo chamado de facilitação. Mas, os codependentes não se dão conta de que estão facilitando o agravamento do problema, em parte pela negação e em parte porque estão convencidos de que sua conduta esta justificada, uma vez que estão “ajudando” o dependente a não se deteriorar ainda mais e que a família não se desintegre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Costuma ser mais frequente do que se pensa, as pessoas codependentes buscarem ajuda médica, porém, sem que tenham crítica de tratar-se de codependência. Antes disso, essas pessoas se queixam de depressão ou simplesmente de estress.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os profissionais da saúde que trabalham na área de dependências, correm sempre o risco de desenvolver codependência como resultado da exposição crônica à dependência dos pacientes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As manifestações dessa codependência profissional são muito variadas, podendo dizer respeito à assumir franca e pesada responsabilidade pelo dependente, protegê-lo das consequencias de suas decisões, e dar-lhe sermões repetitivos, enfim, assumir atitudes que ultrapassam as funções do profissional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando acontece a codependência em profissionais da área (médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, pessoal da enfermagem), normalmente não há uma crítica imediata da situação, senão a sensação de que todas as atitudes objetivam genuinamente ajudar o paciente. Entretanto, a codependência está longe de ajudar, sendo mais provável um agravamento da dependência ou uma facilitação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/THcC62gQyDI/AAAAAAAABRY/85jAPEsughk/s1600/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509875879197591602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 29px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/THcC62gQyDI/AAAAAAAABRY/85jAPEsughk/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-4358199133182467670?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/4358199133182467670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/4358199133182467670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2010/08/disfuncao-familiar-na-familia-da-pessoa.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/THcC62gQyDI/AAAAAAAABRY/85jAPEsughk/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-5553496318800445116</id><published>2009-12-23T12:27:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:18:17.165-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Despertar Espiritual'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;DESPERTAR ESPIRITUAL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O termo "despertar espiritual" está inserido no Décimo Segundo Passo dos Doze Passos. Este termo pode ser interpretado de várias maneiras, afinal esta é uma questão muito pessoal. Um dos co-fundadores de Alcoólicos Anônimos, Bill W., fundamentou seu despertar espiritual em uma experiência que viveu quando estava internado em um quarto de hospital tentando resolver seu alcoolismo. Conta a história que uma luz invadiu seu quarto e que por alguns instantes (não se sabe quanto tempo isso durou) sentiu-se transportado para uma montanha onde soprava um vento de espiritualidade e que ao retornar ao estado objetivo sentiu que algo havia acontecido com a sua compulsão pelo álcool. A partir dai, Bill conseguiu viver sua abstinência alcoólica que permitiu então iniciar sua recuperação até encontrar um outro alcoólatra chamado Bob Smith que acabou por resultar no surgimento de A.A.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os dependentes químicos esperam que em algum momento de suas vidas algo parecido possa acontecer, mas este não é um caso comum e não podemos nos basear num acontecimento deste conosco, pois talvez a morte chegue antes e nos arrebate.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se considerarmos o termo no aspecto literal, "despertar" seria uma nova descoberta, um novo acontecimento que poderia nos proporcionar uma nova idéia. O termo espiritual é relativo ao espírito, ou seja, a nós mesmos. Assim sendo poderíamos classificar um despertar espiritual como um acontecimento que nos proporcionou uma nova idéia a respeito de nós mesmos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando descobrimos que não somos o que achávamos que éramos e que podemos ser o que desejávamos ser antes da adicção nos engolir, mais do que isto, quando acreditamos nesta possibilidade e somos invadidos por uma disposição de fazermos qualquer coisa para alcançar esse estado, podemos afirmar que tivermos um despertar espiritual.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O despertar espiritual poderá acontecer a qualquer momento, ele não é provocado, ocorre espontaneamente e independe do tempo de abstinência que o dependente possa ter.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para aqueles que persistem na pratica do Programa de Doze Passos, certamente este evento acontecerá e a partir de então jamais será o mesmo. Talvez estejamos longe de uma explicação cientifica para isto, mas não importa. Da mesma maneira que a doença se apossou de nós, este despertar também ira se apossar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A diferença é que a doença nos levou a escravidão e o despertar espiritual irá nos conduzir a liberdade, a liberdade de podermos escolher o que desejamos em nossa vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ9h5GKReI/AAAAAAAABMU/PfT7gyoodoA/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418531322895943138" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ9h5GKReI/AAAAAAAABMU/PfT7gyoodoA/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-5553496318800445116?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5553496318800445116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5553496318800445116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/despertar-espiritual-o-termo-despertar.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ9h5GKReI/AAAAAAAABMU/PfT7gyoodoA/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-5423951692185612971</id><published>2009-12-23T12:24:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:17:38.364-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Desligamento Emocional com Amor'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;DESLIGAMENTO EMOCIONAL COM AMOR&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não significa deixar de amar.&lt;br /&gt;Significa que não posso fazer pelo outro, aquilo que ele precisa fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é cortar a comunicação.&lt;br /&gt;É a admissão de que não posso controlar uma outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é a facilitação,&lt;br /&gt;mas deixar que haja aprendizado, através das consequências naturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento é admitir impotência,&lt;br /&gt;o que significa, que a solução não está mais nas minhas mãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é tentar mudar ou culpar o outro.&lt;br /&gt;É fazer o melhor para mim mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é cuidar do outro,&lt;br /&gt;mas se importar com o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é consertar,&lt;br /&gt;mas dar apoio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é julgar,&lt;br /&gt;mas permitir que o outro seja um ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é ficar no meio, controlando os resultados,&lt;br /&gt;mas deixar que os outros influam nos seus próprios destinos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é ser protetor,&lt;br /&gt;é permitir que o outro encare a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é negar,&lt;br /&gt;mas aceitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é azucrinar, rejeitar ou discutir,&lt;br /&gt;porém, descobrir minhas próprias limitações e corrigi-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é ajeitar tudo de acordo com os meus desejos,&lt;br /&gt;mas viver cada dia que vier e cuidar de mim mesmo (a) nesse dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desligamento não é me arrepender do passado,&lt;br /&gt;mas crescer e viver para o futuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#33ff33;"&gt;Desligar-me é temer menos e amar mais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ87TnErDI/AAAAAAAABMM/xbp3-R9JhD8/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418530659998411826" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ87TnErDI/AAAAAAAABMM/xbp3-R9JhD8/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-5423951692185612971?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5423951692185612971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5423951692185612971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/desligamento-emocional-com-amor.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ87TnErDI/AAAAAAAABMM/xbp3-R9JhD8/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-3808006073290376570</id><published>2009-12-23T12:22:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:16:47.838-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Dependência Química - Doença ou Opção ?'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;DEPENDÊNCIA QUÍMICA – DOENÇA OU OPÇÃO ?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um filósofo muito importante afirmou certa vez: “o homem está condenado a ser livre.” Ele quis dizer que o homem é naturalmente livre, mas essa liberdade o condena a tomar decisões, fazer escolhas, opções pelo resto da vida. Quanto mais escolhas fazemos e nos responsabilizamos por elas, mais livres seremos. Quando mais culpamos os outros por nossas escolhas erradas, menos autônomos e mais dependentes do outro ficamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa pergunta traz para perto a Filosofia e a Medicina e mostra como a dependência de drogas pode ser objeto dos mais variados campos do conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que decidem consumir uma droga estão fazendo uma opção, uma escolha. É claro que muitos fatores contribuíram para que tal escolha se desse (as angústias da vida, a simples curiosidade, a influência de amigos, a vontade de buscar um jeito novo de divertir...). Mas, a escolha, no final, foi da pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuar usando drogas também é uma opção, mas cada vez menos... Isso porque o organismo vai se adaptando à presença da droga. Vai havendo modificações no cérebro. Quando o indivíduo fica sem a droga, passa a se sentir muito mal, desconfortável, irritado, deprimido, ansioso. O dependente acha que o único alívio possível é a continuidade do consumo. Conforme a dependência vai se instalando, a pessoa passa a abrir mão de coisas que antes eram muito importantes para ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o momento em que aparecem as brigas e discussões com a família, a piora no desempenho escolar, a venda de objetos para comprar drogas. Tudo passa a girar em torno do consumo de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desse ponto, o indivíduo não consegue mais ficar sem usar drogas. Não há mais OPÇÃO: o indivíduo não escolhe se vai usar drogas ou não. A doença lhe tirou essa liberdade. Qualquer doença psíquica consiste acima de tudo na perda da liberdade de escolha. Portanto, a dependência não é uma opção. É uma condição patológica (uma doença) que tira a liberdade do indivíduo de optar !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perceber a presença da doença e se responsabilizar pelo tratamento é o primeiro passo em direção à recuperação. É preciso escolher a mudança e buscar ajuda para efetiva-la. Não resolve olha o passado para achar um culpado. Deve-se pensar no futuro! Não existem culpados pela situação. Mas pode haver pessoas comprometidas com o processo de recuperação (o próprio dependente, sua família, os amigos, os profissionais da saúde). Afinal, se temos que estar condenados a alguma coisa nesse mundo, que seja apenas à liberdade !!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ8VTMKj5I/AAAAAAAABME/VF5kiBqSDgo/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418530007050522514" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ8VTMKj5I/AAAAAAAABME/VF5kiBqSDgo/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-3808006073290376570?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3808006073290376570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3808006073290376570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/dependencia-quimica-doenca-ou-opcao-um.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ8VTMKj5I/AAAAAAAABME/VF5kiBqSDgo/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-1162245781388080533</id><published>2009-12-23T12:20:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:16:05.159-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Dependência'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;DEPENDÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;O que é dependência?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dependência é o impulso que leva a pessoa a usar uma droga de forma contínua (sempre) ou periódica (freqüentemente) para obter prazer. Alguns indivíduos podem também fazer uso constante de uma droga para aliviar tensões, ansiedades, medos, sensações físicas desagradáveis etc. O dependente caracteriza-se por não conseguir controlar o consumo de drogas, agindo de forma impulsiva e repetitiva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para compreendermos melhor a dependência, vamos analisar as duas formas principais em que ela se apresenta: a física e a psicológica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A dependência física caracteriza-se pela presença de sintomas e sinais físicos que aparecem quando o indivíduo pára de tomar a droga ou diminui bruscamente o seu uso: é a síndrome de abstinência. Os sinais e sintomas de abstinência dependem do tipo de substancia utilizada e aparecem algumas horas ou dias depois que ela foi consumida pela ultima vez. No caso dos dependentes do álcool, por exemplo, a abstinência pode ocasionar desde um simples tremor nas mãos a náuseas, vômitos e até um quadro de abstinência mais grave denominado “delirium tremens”, com risco de morte, em alguns casos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já a dependência psicológica corresponde a um estado de mal-estar e desconforto que surge quando o dependente interrompe o uso de uma droga. Os sintomas mais comuns são ansiedade, sensação de vazio, dificuldade de concentração, mas que podem variar de pessoa para pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com os medicamentos existentes atualmente, a maioria dos casos relacionados à dependência física podem ser tratados. Por outro lado, o que quase sempre faz com que uma pessoa volte a usar drogas é a dependência psicológica, de difícil tratamento e não pode ser resolvida de forma relativamente rápida e simples como a dependência física.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Todo usuário de drogas vai se tornar um dependente?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A maioria das pessoas que consomem bebidas alcoólicas não se torna alcoólatra (dependente de álcool). Isso também é válido para grande parte das outras pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De maneira geral, as pessoas que experimentam drogas o fazem por curiosidade e os utilizam apenas uma vez ou outra (uso experimental). Muitas passam a usá-las de vez em quando, de maneira esporádica (uso ocasional), sem maiores conseqüências na maioria dos casos. Apenas um grupo menor passa a usar drogas de forma intensa, em geral quase todos os dias, com conseqüências danosas (dependência).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O grande problema é que não dá para saber, entre as pessoas que começam a usar drogas, quais serão apenas usuários experimentais, quais serão ocasionais e quais se tornarão dependentes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É importante lembrar, porém, que o uso, ainda que experimental, pode vir a produzir danos à saúde da pessoa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Por que muitos jovens têm dificuldade para reconhecer que o uso de drogas pode ser nocivo e perigoso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alguns adultos que consomem bebidas alcoólicas ocasionalmente tem dificuldade para admitir que o álcool pode vir a se tornar um hábito nocivo e perigoso; o mesmo ocorre com os jovens que experimentam ou usam drogas ilegais: eles têm o mesmo problema. Em grande parte, isso se deve ao fato de que a maioria dos consumidores de drogas, legais ou ilegais, conhecem muitos usuários ocasionais, mas poucas que se tornaram dependentes ou tiveram problemas com o uso de drogas. Por outro lado, o prazer momentâneo obtido com a droga e a imaturidade não favorecem maiores preocupações com os riscos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;O tratamento de um dependente de drogas com medicações pode fazer com que ele se torne dependente de remédios?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No tratamento da dependência tenta-se sempre evitar o uso de medicações que possam ocasionar esse problema. A maioria dos remédios receitados pelo médico nesses casos não causam dependência. Alguns, como benzodiazepínicos, barbitúricos e metadona, podem vir a causar dependência, mas, ainda assim, podem ser usados, desde que sob controle médico, por determinados períodos de tempo e em doses adequadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ75tycoaI/AAAAAAAABL8/nlDJqfmN2H8/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418529533154075042" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ75tycoaI/AAAAAAAABL8/nlDJqfmN2H8/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-1162245781388080533?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1162245781388080533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1162245781388080533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/dependencia-o-que-e-dependencia.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ75tycoaI/AAAAAAAABL8/nlDJqfmN2H8/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-3897130666980355627</id><published>2009-12-23T12:15:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:15:12.923-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Da caverna à taberna'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;DA CAVERNA À TABERNA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tudo começou com o Pithecanthropus erectus. N uma bela tarde de verão, ele matava a sua fome e saciava a sua sede comendo cajus à sombra de um fato cajueiro. Ou terão sido uvas, à sombra de uma generosa parreira? Ninguém sabe ao certo. O fato é que recolhia tais frutas não dos galhos, mas do chão, onde havia dias fermentavam sob o calor do sol. Achou-as com um sabor estranho, forte, porém delicioso, a ponto de levar um monte delas para sua família. Chegou à caverna meio cambaleando, é verdade, mas eufórico, quase cantando; e distribuiu as frutas fermentadas entre seus parentes e amigos. Antes de a noite acabar, todos, à volta da fogueira, confraternizavam em clima de festa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Estava descoberto o álcool. A partir daí, a humanidade nunca o abandonou. Pelo contrário, destilou-o e fermentou-o das mais variadas maneiras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já nas tribos primitivas ele fazia parte das festas e até dos ritos religiosos. O próprio cristianismo até hoje utiliza o vinho como símbolo do sangue de Cristo. Pode-se dizer que não há comemoração humana, pública ou privada, de que alguma forma de bebida não participe.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Até aí muito bem! A não ser os eternos moralistas, sempre dispostos a enxergar em tudo quanto for prazer alguma trama de Satanás ou de seus representantes contemporâneos, e que sempre descobrem um jeito de dizer que tudo que é gostoso dá câncer, todos hão de convir que um pilequinho, de vez em quando, não faz mal a ninguém e até dá um realce, um brilho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tanto é assim que Humphrey Bogart – aquele grande ator norte-americano, do filme Casablanca – chegou a dizer numa tirada de humor, que o problema da humanidade é que a natureza fez o homem com duas doses a menos, o que o deixa mal-humorado, irritadiço e careta: duas doses a mais, e muitos de seus problemas estariam resolvidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não sei se Humphrey Bogart estava certo. Sei, contudo, que um grande número de pessoas pensa como ele, a ponto de corrigir diariamente, através de drinques, essa suposta falha da natureza. O problema é que, nesse afã de colocar a vida em ordem, milhões de pessoas começam com as duas doses mas, com o passar do tempo, não param por aí: esticam para três, espicham para quatro e, quando dão por si, já estão com uma garrafa de gim debaixo da cama.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É verdade que muita gente bebe sem que isso aconteça. Entra ano, sai ano e, espontaneamente, conservam a moderação. Esses bebedores, é óbvio, não tem com que se preocupar. Um brinde para eles!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, numa porcentagem relativamente alta (13%), a moderação de hoje transforma-se no destempero de amanhã. Muitos começam a beber na adolescência, normal e moderadamente; daí por diante, as doses vão aumentando pelos mais variados motivos; quando chegam à meia-idade – ou até antes -, estão bebendo descontroladamente e, admitindo-o ou não, já são alcoólatras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Mascarenhas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ6p17ZlcI/AAAAAAAABL0/SEmRszYloqU/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418528160949573058" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ6p17ZlcI/AAAAAAAABL0/SEmRszYloqU/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-3897130666980355627?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3897130666980355627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3897130666980355627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/da-caverna-taberna-tudo-comecou-com-o.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ6p17ZlcI/AAAAAAAABL0/SEmRszYloqU/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-8067990166695276309</id><published>2009-12-23T12:12:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:14:30.818-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Comprar Compulsivo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;COMPRAR COMPULSIVO (Shopholic)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como os demais Comportamentos Compulsivos ou Aditivos, o comprador compulsivo é, praticamente, um dependente do comportamento de comprar, precisando fazê-lo sem limites para se sentir bem, pelo menos bem naquele momento (para depois arrepender-se).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O(a) comprador(a) compulsivo(a) acaba por consumir coisas pelo fato de consumir e não mais pela necessidade do objeto que é consumido. Ir ao shopping sem realizar algumas compras parece tornar-se quase impossível. Muitas vezes sente-se culpado, porém, como em qualquer comportamento aditivo, o mais comum é perder o controle da situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, é fundamental fazer a diferença entre o simples hábito pelas compras do Comportamento Compulsivo às Compras. “Os hábitos de consumo são mais emocionais que racionais”, afirma Dílson Gabriel dos Santos, que leciona Comportamento Compulsivo na USP. O professor esclarece que comprar por impulso, mas não por compulsão, é adquirir um bem por sentir uma atração instantânea pelo produto, seja por causa da embalagem, do preço ou do apelo publicitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas pessoas impulsivas pelas compras cometem as “... pequenas loucuras que se cometem ao passar pelas gôndolas de supermercados”, diz. “Leva-se uma garrafa de bebida, um iogurte ou um pacote de biscoitos a mais”, observa. Já o compulsivo vai às compras como um viciado que sai de casa para jogar ou em busca de drogas, e a Compulsão acaba sendo uma atitude que exclui logo o prazer pela aquisição do novo produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Normalmente os Comportamentos Compulsivos precisam de tratamento quando têm como consequências, prejuízos significativos à vida da pessoa ou ao seu entorno sócio-familiar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ6CDGw93I/AAAAAAAABLs/6pWukO-WRKQ/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418527477292136306" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ6CDGw93I/AAAAAAAABLs/6pWukO-WRKQ/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-8067990166695276309?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/8067990166695276309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/8067990166695276309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/comprar-compulsivo-shopholic-assim-como.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ6CDGw93I/AAAAAAAABLs/6pWukO-WRKQ/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-8043690879271579207</id><published>2009-12-23T12:09:00.001-08:00</published><updated>2010-11-16T14:13:25.412-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Comportamento Compulsivo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;COMPORTAMENTO COMPULSIVO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os Comportamentos Compulsivos são também chamados de comportamentos aditivos. São hábitos aprendidos e seguidos por alguma gratificação emocional, normalmente um alívio de ansiedade e/ou angústia. São hábitos mal adaptativos que já foram executados inúmeras vezes e acontecem quase automaticamente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diz-se que esses Comportamentos Compulsivos são mal adaptativos porque, apesar do objetivo que têm de proporcionar algum alívio de tensões emocionais, normalmente não se adaptam ao bem estar mental pleno, ao conforto físico e à adaptação social. Eles se caracterizam por serem repetitivos e por se apresentarem de forma frequente e excessiva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A gratificação que segue ao ato, seja ela o prazer ou alívio do desprazer, reforça a pessoa a repetí-lo mas, com o tempo, depois desse alívio imediato, segue-se uma sensação negativa por não ter resistido ao impulso de realizá-lo. Mesmo assim, a gratificação inicial (o reforço positivo) permanece mais forte, levando a repetição.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;1 – Se a pessoa é acometida pela idéia (contra sua vontade) de que está se contaminando através de alguma sujeira nas mãos, terá pronto alívio em lavar as mãos. Entretanto, se tiver que lavar as mãos 40 vezes por dia, ao invés de adaptar essa atitude acaba por esgotar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;2 - Se a pessoa é acometida pela idéia de que seus pais sofrerão algum acidente fatal, poderá conseguir alívio da angústia gerada por esses pensamentos se, por exemplo, bater 3 vezes na madeira... Mas tiver que bater na madeira 40 vezes por dia, ao invés de aliviar, essa atitude acaba por constranger e frustrar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;3 - Se a pessoa tem um pensamento incômodo de que aquilo que acabou de comer poderá engordá-la, terá alívio dessa sensação provocando o vômito, ou tomando laxantes...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;O TOC – Transtorno Obsessivo-Compulsivo está dentro dos Comportamentos Compulsivos ?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Atualmente há uma sadia tendência na classificação dos transtornos emocionais que é agrupar aqueles que tenham em comum o comprometimento da vontade (volição), ou seja, com sintomas impulsivos ou compulsivos. Dessa forma, algumas síndromes em psiquiatria podem, a partir de grupos de sintomas afins, ser classificadas como doenças de semelhantes características neurobiológicas e genéticas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A idéia de comportamentos repetitivos, atualmente bem sistematizada por Eric Hollander (2001), é de que os transtornos que acometem predominantemente a área da vontade (volição) e se manifestam por alguns comportamentos compulsivos e impulsivos, de modo geral, podem ser agrupadas em um mesmo tronco patológico. Seriam os Transtornos do Espectro Impulsivo-Compulsivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dentro dos comportamentos compulsivos teríamos, além do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), aqueles relacionados ao Transtorno do Esquema Corporal (ou Transtorno Dismórfico Corporal), como por exemplo, a Anorexia Nervosa, a Bulimia, Vigorexia e a Hipocondria. Essas pessoas teriam uma falsa imagem do próprio corpo, algumas achando que estão gordas (Anorexia e Bulimia), outras achando que não são fortes e perfeitos o suficiente (Vigorexia) e outros ainda achando que parte de seu corpo adoece (hipocondria).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ5Zb8vj0I/AAAAAAAABLk/iA3ZOyPCZqM/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418526779586350914" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ5Zb8vj0I/AAAAAAAABLk/iA3ZOyPCZqM/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-8043690879271579207?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/8043690879271579207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/8043690879271579207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/comportamento-compulsivo-os.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ5Zb8vj0I/AAAAAAAABLk/iA3ZOyPCZqM/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-1462175587912360875</id><published>2009-12-23T12:08:00.001-08:00</published><updated>2010-11-16T14:12:40.690-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Complicações dos comportamentos compulsivos'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;COMPLICAÇÕES DOS COMPORTAMENTOS &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;COMPULSIVOS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Normalmente nesse tipo de problema, classificados, a pessoa acaba tornando-se dependente dessas atitudes, as quais ocupam um espaço importante no seu cotidiano. Em alguns casos ocorrem-se danos físicos, como na pessoa com Vigorexia, que precisa malhar (exageradamente) todos os dias e por longas horas, ou lesões na pele das mãos devido aos rituais de lavar continuadamente, ou escoriações quando há auto-escoriações, calvície quando há Tricotilomania, ou desnutrição quando a compulsão é por vômitos (Bulimia) e assim por diante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Normalmente essas pessoas sentem desconforto emocional se não fizerem esses comportamentos, apresentam grande angústia ou ansiedade na ausência ou na impossibilidade em realizar a atividade compulsiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Socialmente a ocorrência de tais comportamentos pode resultar em prejuízo no trabalho, na conclusão de tarefas, na liberdade de sair de casa, na vergonha do contato com outras pessoas, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A repetição desses comportamentos e o aumento gradual da frequência deles acabam caracterizando um verdadeiro processo de dependência. Alguns buscam o alívio do desprazer das emoções de angústia e ansiedade, do afastamento de pensamentos incômodos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se pretende a busca do prazer pode haver adicção química, que é o consumo exagerado de substâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Didaticamente podemos dizer que existe uma grande semelhança entre Comportamentos Compulsivos e dependência química: a angústia provocada pela ausência, os sintomas emocionais da abstinência, tais como tremores, sudorese, taquicardia, etc, o caráter compulsivo e repetitivo, a importância que essa atitude ocupa na vida da pessoa, o comprometimento na qualidade da vida familiar, profissional, afetiva e social. É assim que, por exemplo, o ato de jogar tem praticamente o mesmo papel que a droga, ou álcool, a cocaína e outras substâncias psicoativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ42Y49osI/AAAAAAAABLc/PBWIMGM_0XM/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418526177469768386" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ42Y49osI/AAAAAAAABLc/PBWIMGM_0XM/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-1462175587912360875?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1462175587912360875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1462175587912360875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/complicacoes-dos-comportamentos.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ42Y49osI/AAAAAAAABLc/PBWIMGM_0XM/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-1318215941682747971</id><published>2009-12-23T12:04:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:09:38.125-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Compaixão'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;COMPAIXÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O atributo do amor que contribui para a auto-estima é a compaixão. Uma das mais fortes barreiras à compaixão, é a intolerância ou a tendência a assumir papel de juiz. É muito importante lembrar que, toda vez que nos sentimos como juizes ou superiores a uma outra pessoa, estamos criando em nossa vida interior, condições que contribuem para a perda da auto-estima. Isto se deve a que sabemos, em nosso coração, que também nós temos aspectos difíceis em nossa personalidade e em nossa conduta, que nos tornam vulneráveis ao julgamento dos outros. Ironicamente, a intolerância é uma atitude que muitas vezes nos faz sentir fortes e poderosos com relação ao mundo que nos cerca. Mas isso é uma ilusão, pois a intolerância nos separa do Eu Interior, que é a verdadeira fonte de nossa força e capacidade de agir para o maior bem de nós mesmos e dos outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao meditar sobre a compaixão, pense numa situação ou num problema de sua vida, atualmente, que faz você se sentir zangado, ciumento ou frustrado. Se pudéssemos, muitas vezes simplesmente ignoraríamos o problema. Muito provavelmente, estamos ante o desafio de mudar nossa atitude para com a situação, de modo a agirmos construtivamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ajuda começarmos sendo tão honestos quanto possível para com nós mesmos, quanto à verdadeira natureza e intensidade dos nossos sentimentos. Tenhamos em mente que emoções fortes como raiva, ciúme e frustração, interferem na capacidade de pensar com clareza. E se ignorarmos essas emoções ou tentarmos “nos colocar acima delas”, elas continuarão a interferir em nossa capacidade de pensar claramente. É melhor aceitarmos nossas emoções e trabalharmos para acalmá-las, do que as negarmos. Temos de começar com o desejo sincero de resolver a situação ou o problema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Enquanto continua a meditar sobre a compaixão, imagine-se circundado pela clara e branca luz da compreensão espiritual. Tenha em mente que deseja mudar seus sentimentos e seu comportamento, e gradativamente se permita acreditar que a resolução é possível. Sinta suas emoções tornarem-se mais calmas, mais tranquilas, à medida que você sente em seu coração que o verdadeiro insight virá. E uma coisa muito importante é que abandone quaisquer pensamentos ou sentimentos de que está certo e o outro está errado. Tenha em mente que cada um de nós, à sua própria maneira, contribui para o maior significado e propósito da experiência humana.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dependendo da força dos seus sentimentos de raiva, ciúme ou frustração, relativamente à situação, talvez você precise meditar durante alguns dias sobre simplesmente acreditar que a resolução é possível. Gradualmente, à medida que você vai se tornando mais tranqüilo e mais determinado a compreender, permita que o Eu Interior lhe mostre a verdadeira natureza da situação. O insight poderá vir através do impulso de ler certos trechos de um livro ou uma monografia, ou de se aconselhar com certa pessoa. Ou virá simplesmente um momento em que você saberá como agir para o maior bem de todo mundo envolvido. Escute esses impulsos do Eu Interior, sabendo sempre que na ocasião oportuna, se seu desejo for sincero, você encontrará o caminho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A auto-estima não requer perfeição de nossa parte. Antes, requer um coração compreensivo e a sabedoria que adquirimos por experiência. Se esperamos perfeição de personalidades humanas, seja a nossa ou a de outrem, imediatamente criamos condições antipáticas ao crescimento espiritual, porque crescemos por reconhecermos e aceitarmos nossas limitações e nossas diferenças individuais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De vez em quando, todos temos problemas de auto-estima. Isto faz parte naturalmente da vida, na medida em que corremos riscos, cometemos erros, aprendemos, amadurecemos, experimentamos, voltamo-nos para os outros, envolvendo-nos na miríade de experiências disponíveis para cada um de nós. Enquanto nos esforçamos para viver conforme nossos ideais espirituais, a aspiração precisa ser equilibrada pela aceitação de quem nós somos e do que podemos razoavelmente realizar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Nutrimos a auto-estima em nosso âmago lentamente, um da por vez, uma passo de cada vez. Seja o que for que esteja acontecendo em nossas circunstâncias exteriores, se sabemos em nosso coração que estamos fazendo o melhor que podemos, isto é bastante. À medida que meditamos sobre perdão, confiança e compaixão, estamos basicamente curando nosso relacionamento com o Eu Interior. Quando nos comprometemos com a exploração de realidades interiores, aceitamos também responsabilidades mais profundas no mundo ao nosso redor. A aceitação dessas responsabilidades é o fundamento da verdadeira auto-estima.&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ4TU17pRI/AAAAAAAABLU/6niCYB9Kz3M/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418525575087891730" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ4TU17pRI/AAAAAAAABLU/6niCYB9Kz3M/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-1318215941682747971?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1318215941682747971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1318215941682747971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/compaixao-o-atributo-do-amor-que.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ4TU17pRI/AAAAAAAABLU/6niCYB9Kz3M/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-3856613176102302149</id><published>2009-12-23T12:02:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:08:42.578-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Como saber se você é um alcoólatra'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;COMO SABER SE VOCÊ É UM ALCOÓLATRA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se me perguntassem qual é o sinal mais frequente do alcoolismo, eu responderia que não é a sensação, por parte do alcoólatra, de já ter perdido o controle sobre o álcool. Digo isso porque quase todo alcoólatra, mesmo que esteja bebendo sem parar, tem a firme convicção de que controla o álcool. Pode até reconhecer que anda se excedendo um pouco mas quase sempre achará que isso não passa de uma fase. Com essa “teoria da fase”, ele explica tudo e se convence de que parará de beber quando resolver. Não quer se violentar agora, anda tenso, sobrecarregado, mas, logo, logo, passará a “fase” e aí tudo voltará ao normal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que caracteriza o alcoolismo não é a sensação de ter perdido o controle; é, isso sim, o fato de estar bebendo frequentemente e em doses crescentes. A curva da bebida é para cima. Só a da bebida...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começa a se tornar motivo de comemoração. Para vencer a timidez, por que não umas dosezinhas? Até para fazer sexo ou namorar há que tomar uns drinques. O alcoólatra bebe porque está triste – para afogar as mágoas - , mas bebe porque está alegre – para comemorar. Bebe porque está nervoso, para acalmar, ou porque anda calmo demais, para dar um realce, um brilho na vida. De início, bebia apenas nos fins de semana, e somente à noite. Se visita um amigo, logo pergunta pela bebida, tendo sempre a última piada de biriteiro na ponta da língua para justificar o pedido. Mais dia, menos dia, começa a beber à tardinha – é a happy hour – para serenar as tensões do cotidiano. Depois, já de manhã; misturando, é claro, no suco de tomate ou de laranja. Finalmente, engole até álcool puro ou água de colônia para sair da cama...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se existe algo que caracteriza o alcoólatra é uma ligação com copos, garrafas, e garçons. Sua mente está ligada no álcool. Parece que há um campo magnético que o atrai em direção a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O não-alcoólatra pode, eventualmente, exagerar a dose; mas naturalmente e sem esforço retorna à sua moderação. Nele o álcool sacia, não “vicia”. Se bebe demais, empanturra-se e não quer beber de novo. Já o alcoólatra, quanto mais bebe, mais sente vontade de beber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em muita gente o alcoolismo é evidente. São os frequentadores assíduos de bares e botequins, que vivem cambaleando, dando vexame, sendo inconvenientes ou falando de língua enrolada. Mesmo nesses casos, porém, em que o alcoolismo fica patente para quem vê esses personagens, para eles, não é bem assim. E, como convivem com outros alcoólatras, igualmente interessados em negar sua condição, cada qual reforça a negação do outro e louva a própria “excentricidade”, algo “poética”. São notívagos, almas boêmias, seres das madrugadas, amantes da noite. Boêmio, sim. Alcoólatra, não. E tome pileque...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Mascarenhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ3xUND-DI/AAAAAAAABLM/9rWoA_g3G_Y/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418524990800918578" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ3xUND-DI/AAAAAAAABLM/9rWoA_g3G_Y/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-3856613176102302149?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3856613176102302149'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3856613176102302149'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/como-saber-se-voce-e-um-alcoolatra-se.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ3xUND-DI/AAAAAAAABLM/9rWoA_g3G_Y/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-527551558212617293</id><published>2009-12-23T12:00:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:07:34.320-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Como é uma mulher com auto-estima saudável ?'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;COMO É UMA MULHER COM AUTO-ESTIMA SAUDÁVEL?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se aceita totalmente, mesmo querendo mudar algumas partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela aceita os outros como eles são sem tentar mudá-los do jeito dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é consciente dos sentimentos e atitudes sobre sua vida, incluindo sua sexualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se ama totalmente: sua personalidade, sua aparência, o que ela acreditar e seus valores, seu corpo, seus interesses e talentos. Ela sente-se bem com ela mesma, sem procurar uma relação para sentir-se bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua auto-estima permite sentir-se bem com outras pessoas, especialmente homens, que também aceita. Ela não precisa ser apreciada para se sentir bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela se permite a ser aberta e confiante com certas pessoas. Ela não tem medo de ser conhecida profundamente níveis pessoais, mas não se expõe à exploração e abusos daqueles que não tem interesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela questiona, “Essa relação é boa para mim? Me permite crescer e chegar a realizar meu bem-estar?”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma relação é destrutiva, ela sabe dizer não sem se sentir deprimida. Ela tem um circulo de amigas e outros interesses que apoiam ela durante possíveis crises.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela coloca muito valor na sua serenidade, acima de tudo. Dificuldades, dramas, caos do passado já não a atrai mais. Ela protege sua saúde seu bem-estar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela sabe que numa relação as partes tem que ter os mesmos valores, interesses e alvos, e cada um Ter a capacidade de ser intimo. Ela sabe acima de tudo, que ela merece o melhor que a vida oferece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ3ORpEY3I/AAAAAAAABLE/BPMp_ongI7Q/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418524388817658738" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ3ORpEY3I/AAAAAAAABLE/BPMp_ongI7Q/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-527551558212617293?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/527551558212617293'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/527551558212617293'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/como-e-uma-mulher-com-auto-estima.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ3ORpEY3I/AAAAAAAABLE/BPMp_ongI7Q/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-7637988501524800782</id><published>2009-12-23T11:58:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:06:27.117-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Co-dependência'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;CO-DEPENDÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O dependente químico raramente vive “no vazio”. Aqueles que o cercam são direta ou indiretamente afetados pela disfunção comportamental que acompanha a progressão da doença da dependência e desenvolvem mecanismos de racionalização para melhor suportar a dor de serem rejeitados em função do álcool/droga. Quando isto ocorre, estas pessoas passam a ser o que denominamos &lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;CO-DEPENDENTES&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Co-dependência, um problema progressivo, capaz de tornar doente as pessoas que, em consequência de uma relação tão intensa e comprometida com um dependente químico, não conseguem administrar suas próprias vidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fato inicia-se quando nessa relação alguém tenta controlar o uso de drogas, o consumo de bebidas ou quaisquer comportamentos compulsivos de um dependente na esperança de ajudá-lo, sendo mal sucedido nesse controle das atitudes do próximo, acabando assim, por perder o domínio sobre seu próprio comportamento e vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o dependente químico necessita da droga, a droga do co-dependente é o dependente. Embora seja uma resposta normal para um situação anormal, a co-dependência é extremamente prejudicial a todos quando se tenta controlar algo ou alguma coisa que não se tem controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo indivíduo é dotado de algo chamado “Soberania Pessoal”. Não há restrições quanto a isso, exceto se ela agride a terceiros. Na “Soberania Pessoal” está incluído o direito de usar qualquer substância, seja para que fim for, mas responsabilizar-se integralmente pelas consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No atendimento e ao tratamento do dependente químico é comum o indivíduo ser trazido pela família, é comum também, que a família apresente uma certa resistência quando solicitada a participar, ou então aceite o tratamento apenas por causa do dependente, como se ela não precisasse refletir sobre a qualidade da relação familiar. Normalmente a fala é a seguinte: - “Ele estando bem, eu também estarei”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;sistema de negação&lt;/span&gt;” desenvolvido pelos co-dependentes, é basicamente idêntico ao utilizado pelo dependente químico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas características são desenvolvidas ou geradas por reflexo de comportamento diretamente vinculado e sob influência da conduta do dependente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, outros mecanismos de defesa mais complexos atuam no sentido de sustentação das possibilidades de ganho que a doença promove, com efeito, a princípio, os ganhos quase sempre representados pela atenção social que recebe, parece envolverem de satisfação imediata tanto o dependente quanto o co-dependente, seja pela necessidade de que carecem, seja pela força da patologia à qual estão aferrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, com o tempo, o indivíduo com essa característica se torna insistente e a qualidade das relações que desenvolvem tende a se tornar obstinada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como consequência, ele fica cada vez mais isolado socialmente e entra em estado depressivo cíclico, apresenta sentimentos de abandono, frustração e auto-estima baixa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as atitudes a que o co-dependente responde mediante a manipulação do dependente pressupõe-se atuarem no sentido de uma degradação de conduta de ambas as partes. Assim, o que o co-dependente necessita, é de uma orientação para que possa receber como responde às diretrizes de conduta do seu dependente, o grau de envolvimento e de participação na patologia em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ2qrB_pYI/AAAAAAAABK8/M9noB8tQRuw/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418523777157801346" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ2qrB_pYI/AAAAAAAABK8/M9noB8tQRuw/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-7637988501524800782?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7637988501524800782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7637988501524800782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/co-dependencia-o-dependente-quimico.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ2qrB_pYI/AAAAAAAABK8/M9noB8tQRuw/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-4218230832810565194</id><published>2009-12-23T11:52:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:03:19.811-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Auto-piedade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;AUTO-PIEDADE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A auto-piedade é um alimento venenoso, uma espécie de erva daninha que intoxica por completo o espírito, dificulta as relações e promove medo, desconfiança, solidão e melancolia. É filha do egoísmo e da lamentação, afilhada do orgulho e irmã da necessidade de aprovação e de atenção especial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O auto-piedoso teme o futuro e lamenta-se do passado, reclama do que não tem, não percebe a vida e não vive o hoje. Faz-se vítima, a pior possível, até se tornar único em seu sofrimento. Também tem o hábito de responsabilizar os outros por sua dor, justificando seu estado, retro-alimentando-se e escondendo-se no sentimento de menos valia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Depois, quando plenamente tomado por essa toxina, e por não suportá-la, passa a distribuí-la gratuitamente às pessoas que mais ama, através do pessimismo, e do derrotismo e às vezes da vingança.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É bom estar atento, pois este sentimento pode tomar posse de qualquer um. É democrático, não tendo preferência por idade, sexo ou raça e geralmente vai surgindo devagarinho, assim como a noite sobre o dia, tomando conta da gente, expulsando a alegria de viver e podendo durar muito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas iniciais podem estar relacionados à necessidade de atenção especial, ao dar exclusivamente para receber, ao querer aprovação alheia e à exigência exercida sobre pensamentos, comportamentos e sentimentos dos outros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A desintoxicação da auto-piedade pode ser facilitada através de doses diárias de princípios espirituais, como humildade, honestidade e coragem para se permitir um auto conhecimento e buscar seus valores mais genuínos de auto respeito e amor próprio, pois a vida espiritual está no “lá dentro de cada um” e se reflete no “lá fora de todos nós”. O “lá dentro” é a casa do nosso espírito, onde podemos estar sozinhos e em paz, o que é bom e saudável, mas se ela for invadida pela sombra de sentimentos como o da auto-piedade, o estar sozinho vira solidão e a paz em angústia, e o “lá fora” fica ingovernável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ1Rv_aFQI/AAAAAAAABK0/Gqm_Ypp3C-o/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418522249480770818" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ1Rv_aFQI/AAAAAAAABK0/Gqm_Ypp3C-o/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-4218230832810565194?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/4218230832810565194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/4218230832810565194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/auto-piedade-auto-piedade-e-um-alimento.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ1Rv_aFQI/AAAAAAAABK0/Gqm_Ypp3C-o/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-1316536269267661448</id><published>2009-12-23T11:50:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:02:18.417-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Auto-estima'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;AUTO-ESTIMA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A auto-estima é um estado psicológico-emocional de ser que rege nossa resposta a nossas experiências no mundo. A verdadeira auto-estima não permite nem a inflação do ego nem a falsa humildade: é o estado de consciência equilibrado entre esses dois extremos; o estado equilibrado que alcança maturidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos meios pelos quais podemos conhecer a nós mesmos, com relação à auto-estima; é meditando sobre três poderosos atributos do princípio espiritual do &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;AMOR&lt;/span&gt;. O primeiro desses três atributos é &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;PERDÃO&lt;/span&gt;. A barreira mais forte ao perdão é a culpa. Todos já sentimos culpa em alguma ocasião e sabemos que ela é, com freqüência, um poderoso estímulo ao auto-exame. Mas a culpa pode também ser uma emoção debilitante que venha solapar nossa autoconfiança. É importante lembrar que o auto-exame muitas vezes nos surpreende, revelando-nos nossas forças, assim como nossas fraquezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ficamos perdidos em sentimentos de culpa, muitas vezes nos tornamos também defensivos e críticos dos outros. Assim tentamos trazer um senso de equilíbrio para a situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Perdoar, tanto a nós mesmos quanto a outrem, pode ajudar a curar as feridas que todos trazemos como um aspecto natural da vida.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao meditar sobre o perdão, pense numa situação de sua vida que você ache intuitivamente que requer perdão. Talvez alguém lhe tenha feito alguma coisa que você ache que não pode ser perdoado, ou talvez, você ache que fez alguma coisa pela qual não pode se perdoar. Pode ser algo do presente ou do passado. Você pode saber intelectualmente que quer perdoar, mas é incapaz de mudar seus sentimentos ou seu comportamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ01aNt-UI/AAAAAAAABKs/6VGbJckllXg/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418521762598877506" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ01aNt-UI/AAAAAAAABKs/6VGbJckllXg/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-1316536269267661448?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1316536269267661448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1316536269267661448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/auto-estima-auto-estima-e-um-estado.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ01aNt-UI/AAAAAAAABKs/6VGbJckllXg/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-1002322142387763290</id><published>2009-12-23T11:48:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T14:01:00.458-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Autocontrole'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;AUTOCONTROLE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A dependência química é caracterizada pelo descontrole no uso de álcool e drogas, mas este descontrole alastrou-se para outras áreas de nossa vida. Pensamos e agimos descontroladamente. Tínhamos relações impulsivas que nos traziam o tempo todas conseqüências inesperadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em recuperação isto continuará acontecendo por um certo tempo pelo fato de nossa mente ainda estar confusa e perturbada. A própria síndrome de abstinência nos coloca numa condição mental desfavorável. É como se nesse momento nossa mente entrasse em curto circuito e parasse de funcionar. A recuperação mental é tão progressiva e lenta quanto a sua destruição pelo uso de drogas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O autocontrole é uma condição muito desejada por nós, talvez por estarmos cansados de vivermos numa continua ansiedade. Se pudéssemos daríamos longas férias para a nossa cabeça, mas desta forma não é possível.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A obtenção do nosso controle emocional é uma meta a ser conquistada. Tanto é verdade que dentro dos princípios dos Doze Passos, ela esta localizada no Décimo passo. Nove passos antecedem esse momento e isso quer dizer que precisamos vivenciar algumas novas experiências e nos conhecermos com uma certa profundidade que permita desenvolvermos este autocontrole.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar disto podemos começar a verificar alguns pontos críticos que são verdadeiros empecilhos na conquista do autocontrole. Em primeiro lugar podemos destacar a falta de auto-aceitação que é a reprodução da baixa auto-estima. Se não nos aceitarmos como somos é impossível criar condições de nos analisarmos. Ficaremos fugindo de nós o tempo todo. Outro aspecto a ser considerado é o comportamento exigente que trazemos conosco. A exigência é fruto também da falta de aceitação. Achamos que a vida foi por demais ingrata conosco e vivemos cobrando as pessoas por isso. Aliado a esse comportamento esta o ressentimento que guardamos não só das pessoas, mas também de nos próprios.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Isso confirma porque o autocontrole só poderá ser adquirido à partir do momento em que vivenciarmos de uma maneira positiva os Passos sugeridos na programação. Precisaremos ir nos reconstruindo e pouco a pouco e aprendendo a nos amar e nos respeitar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto muito importante ser analisado é o fato de não nos respeitarmos como seres humanos. Extrapolamos nossos limites achando que somos super-heróis imortais. Nos alimentamos mal, dormimos mal, exageramos na busca do prazer através do sexo e da obtenção de conforto material, nos permitimos viver momentos intensos de raiva, ansiedade e depressão, sem tomarmos atitudes para combater essa descompensação. Parece que gostamos de viver mal. E isso se justifica. Quando usávamos vivíamos mal e nos drogávamos. Hoje não podemos nos drogar, porem vivemos um certo saudosismo com relação às drogas passando por momentos parecidos com os da ativa. É um prazer mórbido uma verdadeira falta de aceitação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Somente quando aprendemos a respeitar nossos próprios limites é que poderemos respeitar os limites do próximo. Antes que isso aconteça, vivemos confundindo nosso comportamento "bondoso" com nosso próprio egoísmo. &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Pense nisso!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ0TvwziUI/AAAAAAAABKk/D7F5C9Wtvsc/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418521184267635010" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ0TvwziUI/AAAAAAAABKk/D7F5C9Wtvsc/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-1002322142387763290?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1002322142387763290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1002322142387763290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/autocontrole-dependencia-quimica-e.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzJ0TvwziUI/AAAAAAAABKk/D7F5C9Wtvsc/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-7276880851733221678</id><published>2009-12-22T18:18:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:59:38.523-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Auto suficiência'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;AUTO SUFICIÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser auto-suficiente significa não precisar de qualquer tipo de auxílio para suprir as necessidades de um indivíduo. Significa que por si só ele é capaz de resolver quaisquer questões que lhe aparecem no decorrer da sua vida. Isto é uma fantasia, é uma irrealidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por natureza temos um instinto grupal, precisamos de outras pessoas que nos ajudem a resolver as necessidades. Deus nos fez assim, em nossa essência somos assim. Quem afirma que não precisa de ninguém para realizar-se poderia ser classificado como qualquer coisa, menos um ser humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ilusão da auto-suficiência é fruto do orgulho e este, por sua vez, do sentimento de inferioridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Talvez achemos que na nossa infância não recebemos a atenção e o carinho que esperávamos e a partir daí crescemos tentando mostrar para as outras pessoas que não precisávamos delas, que sabíamos nos virar sozinhos. Na verdade esse comportamento era uma forma indireta de chamar a atenção e pedir socorro. Pois é, mas fomos nos amadurecendo e nos tornamos tão rígidos que surgiu a necessidade de acreditarmos que era possível sermos auto-suficientes.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Com a dependência química isso se agravou severamente, pois se antes já vivíamos distantes das pessoas, a culpa e o medo que a adicção nos trouxe, afastou-nos mais ainda e nos tornamos pessoas ainda mais duras e ressentidas. O isolamento emocional cresceu dentro de nós e vestimos a capa de super-heróis para sobrevivermos. Esse é o motivo que impede que o dependente peça ajuda, pois seria assumir o velho pedido de socorro que não gostamos nem de pensar nele. É uma dor que evitamos o tempo todo. Na maioria das vezes a própria doença incumbe de levar-nos a pedir socorro, ou corremos o risco de morrer. O problema é que achamos que precisamos de ajuda para pararmos de usar, mas para as demais questões de nossa vida, poderemos resolver a nosso modo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adictos que pensam assim são aqueles que não conseguiram dar o Primeiro Passo por completo. Não aceitam que a dependência química invadiu todos os cantos de sua vida e não conseguem entrar em recuperação. Rendem-se diante da droga, mas não perante a sua maneira de comportar-se. Permanecem tentando ser o super-herói. O resultado é que a recuperação não vai acontecer e em pouco tempo irá recorrer ao uso das drogas para aliviar a tensão provocada pelo medo e pela raiva de si próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente os adictos que aceitarem todo esse processo de destruição emocional e desenvolverem a capacidade de honestamente pedir ajuda e aceita-la conseguirão continuar neste programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pessoas auto-suficientes não precisam de um Poder Superior para ajudá-las e a recuperação torna-se totalmente inviável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O caminho para a alegria de viver só poderá ser construído pela honestidade e pela humildade, pois de outras formas já tentamos e seus resultados foram os que nos trouxeram até aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF-bZ0zVsI/AAAAAAAABKc/km7xVrYBEBY/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418250835957339842" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF-bZ0zVsI/AAAAAAAABKc/km7xVrYBEBY/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-7276880851733221678?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7276880851733221678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7276880851733221678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/auto-suficiencia-ser-auto-suficiente.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF-bZ0zVsI/AAAAAAAABKc/km7xVrYBEBY/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-139779424831681309</id><published>2009-12-22T18:17:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:58:16.443-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Atividade física compulsiva'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;ATIVIDADE FÍSICA COMPULSIVA (Vigorexia)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A escravização que as pessoas das sociedades civilizadas se submetem aos padrões de beleza tem sido um dos fatores sócio-culturais associados ao incremento da incidência do Comportamento Compulsivo para a prática de exercícios.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É hábito que o ser humano moderno esteja moderadamente preocupado com seu corpo, sem que essa preocupação se converta numa obsessão. Mas, alguns complexos de feiúra ou de estar em desacordo com os padrões desejáveis podem levar à obsessão pela beleza física e perfeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente essa atividade física pode proporcionar prazer, relaxar, fazer com que a pessoa se sinta mais saudável e bonita. Este comportamento libera substâncias em nosso cérebro responsáveis pelo prazer e bem-estar. Quando isso se transforma num Comportamento Compulsivo, exercitar-se em excesso pode resultar em prejuízo físico, atingindo as articulações, aparelho respiratório e o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema emocional, pode ficar comprometido quando se apresenta um Comportamento Compulsivo, constante, comprometendo a realização satisfatória de outras atividades da vida da pessoa e proporcionando sofrimento significativo em outros aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Atividade Física Compulsiva deve ser considerada um transtorno de linhagem obsessivo-compulsiva, tanto pela obsessão em musculatura, pela compulsão aos exercícios e ingestão de substâncias que aumentam a massa muscular, quanto pela fragrante distorção do esquema corporal que essas pessoas experimentam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Atividade Física Compulsiva precisa de tratamento quando têm como consequências, prejuízos significativos à vida da pessoa ou ao seu entorno sócio-familiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF954tIuYI/AAAAAAAABKU/X7QxwGIjMew/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418250260131133826" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF954tIuYI/AAAAAAAABKU/X7QxwGIjMew/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-139779424831681309?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/139779424831681309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/139779424831681309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/atividade-fisica-compulsiva-vigorexia.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF954tIuYI/AAAAAAAABKU/X7QxwGIjMew/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-5064928443187600035</id><published>2009-12-22T18:14:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:56:44.717-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- As crianças aprendem o que vivem'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;AS CRIANÇAS APRENDEM O QUE VIVEM&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma criança vive com críticas&lt;br /&gt;. &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Aprende a criticar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma criança vive com hostilidades&lt;br /&gt;. &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Aprende a ser hostil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma criança vive humilhação&lt;br /&gt;. Apr&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;ende a sentir-se culpado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma criança vive com tolerância&lt;br /&gt;. &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Aprende a ser tolerante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma criança vive com estímulo&lt;br /&gt;. &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Aprende a confiar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma criança vive com segurança&lt;br /&gt;. &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Aprende a ter fé.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma criança vive com equidade&lt;br /&gt;. &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Aprende a ser justa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se uma criança vive com aprovação&lt;br /&gt;. &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Aprende a gostar dela mesma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Se uma criança vive com aceitação e amizade&lt;br /&gt;. &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Aprende a encontrar amor no mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF9eh7zavI/AAAAAAAABKM/7d1FRImiQxk/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418249790162168562" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF9eh7zavI/AAAAAAAABKM/7d1FRImiQxk/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-5064928443187600035?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5064928443187600035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5064928443187600035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/as-criancas-aprendem-o-que-vivem-se-uma.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF9eh7zavI/AAAAAAAABKM/7d1FRImiQxk/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-4827863727376679314</id><published>2009-12-22T18:12:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:55:08.335-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Aprendendo a perdoar a si mesmo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;APRENDENDO A PERDOAR A SI MESMO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro que tudo, você precisa perdoar a si mesmo por não ser capaz de perdoar. Com freqüência somos muito duros para com nós mesmos e os outros, por “não sermos suficientemente espirituais”. Saiba que o processo de crescimento faz sentido; e você não pode dar o segundo passo antes de dar o primeiro. Peça compreensão ao Eu Interior e, depois, escute a silente e sutil voz interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Eu Interior nunca assume papel de juiz, não é vingativo, nem indiferente. Percebe a situação claramente e quer agir para o maior bem de todo mundo envolvido. Às vezes isso pode significar a renúncia a uma relação; outras vezes pode significar permitir-se amar novamente e fazer o possível para recuperar uma relação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você está aprendendo a perdoar a si mesmo, é muito importante que se lembre de que está aprendendo a compreender sua real responsabilidade numa relação ou situação. Acostumamos a assumir responsabilidade demais pelo que aconteceu ou está acontecendo. Do mesmo modo, tendemos a ter dificuldade para perdoar os outros, por lhes atribuirmos responsabilidade demais, ou seja, nós os estamos culpando. Encontrar uma perspectiva equilibrada em qualquer situação que envolva questões de responsabilidade e perdão leva tempo, reflexão persistente e a disposição de considerar novas idéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdadeira auto-estima vem, de sabermos que nossa compreensão do Eu, se aprofunda com a experiência. Estamos aprendendo a confiar em nosso próprio compromisso pessoal com o crescimento espiritual. Isto quer dizer que já demonstramos a nós mesmos que podemos mudar e que nossa consciência está evoluindo à medida que enfrentamos os desafios de nossa situação particular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF84XDNWkI/AAAAAAAABKE/v8KGdnrScI0/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418249134405409346" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF84XDNWkI/AAAAAAAABKE/v8KGdnrScI0/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-4827863727376679314?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/4827863727376679314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/4827863727376679314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/aprendendo-perdoar-si-mesmo-primeiro.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF84XDNWkI/AAAAAAAABKE/v8KGdnrScI0/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-5886326904760958471</id><published>2009-12-22T18:10:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:52:10.117-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Alcoolismo e vergonha na cara'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;ALCOOLISMO E VERGONHA NA CARA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra crença enraizada é a de que o alcoólatra seja uma pessoa fraca de caráter ou sem força de vontante. Claro, como é que alguém com um minímo de dignidade pode andar cambaleando por aí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As pessoas partem do princípio – ingênuo – de que só é bêbado quem quer. Tanto assim que elas (não-alcoólatras) bebem numa boa e não se deixam “viciar” pelo álcool. O que falta ao alcoólatra, então, é sermão, descompostura e providências similares para obrigá-lo a readquirir dignidade e fibra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que só pensa assim quem nunca sentiu a compulsão alcoólica. Às vezes, quem insulta o alcoólatra é um gordo que não pára de comer, um fumante que não pára de fumar, um jogador que não pára de jogar, um mulherengo que não pára de paquerar: é que a compulsão dos outros é fácil de controlar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vergonha na cara não é o que falta ao alcoólatra. A vergonha que ele sente de beber desbragadamente é tamanha que bebe mais ainda só para embriagá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um amigo, hoje recuperado pelo Alcoólicos Anônimos, me confiou: “Eduardo, eu antes de virar alcoólatra cheguei até a morar no Copacabana Palace. Depois, é óbvio, fui perdendo tudo: dinheiro, profissão e até família. Acredite se quiser, tornei-me mendigo. Mendigo mesmo, do tipo que cata sobras de comida. Quando ia pedir esmola, tomava mais umas e outras não para ganhar coragem para pedir esmola e me assumir como mendigo, pois essa eu tinha, mas para ter coragem de me assumir como alcoólatra. É que as pessoas me chamavam assim, e a palavra me fazia mal demais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos gigantes da vontade, de rara fibra e garra para todas as coisas são alcoólatras. São fortes para tudo, exceto para o álcool. Padecem de uma vulnerabilidade específica, tal como o pâncreas de um diabético em relação ao açúcar: não foram feitos um para o outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém se torna dependente do álcool porque quer. Mas simplesmente porque, apesar de todos os mais sinceros e comoventes esforços, não consegue deixar de beber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poder-se-ia argumentar: então, por que começou a beber? Começou porque todo mundo começa um dia. E quem iria advinhar que, anos depois, estaria possuído por essa compulsão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alcoolismo, como já vimos, dá em todo tipo de gente. Logo o alcoólatra não é melhor nem pior do que ninguém. Exceto por sua compulsão, é tão fraco ou tão forte quanto todo mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante deixar tudo isso bem claro, pois muitas pessoas morrem bêbados só para não serem obrigadas a se reconhecerem como gente fraca, sem fora de caráter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É óbvio que, não controlado, o alcoolismo em suas etapas avançadas debilita qualquer gigante. No final, todos os bebedores vão ficando parecidos: vão virando pasta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso é consequência do alcoolismo. Não é a sua causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O alcoólatra controlado, sem beber, volta a ser um cidadão como outro qualquer. Existem alcoólatras do mais alto nível. Outros que não são. Exatamente como os não-alcoólatras.&lt;br /&gt;Enfim, os alcoólatras são gente como a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF8bUWU5LI/AAAAAAAABJ8/acQwLr7DAhM/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418248635464082610" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF8bUWU5LI/AAAAAAAABJ8/acQwLr7DAhM/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-5886326904760958471?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5886326904760958471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5886326904760958471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/alcoolismo-e-vergonha-na-cara-outra.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF8bUWU5LI/AAAAAAAABJ8/acQwLr7DAhM/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-5981422727283283440</id><published>2009-12-22T18:08:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:44:51.778-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Alcoolismo e timidez sexual'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;ALCOOLISMO E TIMIDEZ SEXUAL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente pensa que se tornou alcoólatra por timidez sexual. Sem uns drinques, a ansiedade aparecia e trancava tudo: trancava o papo, as emoções e até o sexo. E a bebida soltava. O papo voltava a circular, bons sentimentos reapareciam e o desejo ressurgia forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que muita gente bebe nessas circunstâncias, dado o efeito liberador do álcool para algumas pessoas (não para todas, pois em muitos casos o álcool embota, abobalha). Destas, porém, 87% não passarão a beber compulsivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ponta do lápis, os sexualmente tímidos são atingidos pelo álcool exatamente na mesma porcentagem dos extrovertidos, desinibidos, desembaraçados. E uma coisa é certa: se o álcool, de início, pode até favorecer o sexo e o amor, nas etapas mais avançadas do alcoolismo ocorrerá o reverso. Por razões físicas e psíquicas, o sexo pifa. E se não pifasse, fica a pergunta: quem gosta de fazer sexo com bêbado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Mascarenhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF79laLD4I/AAAAAAAABJ0/nRDvAU6AExU/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418248124647542658" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF79laLD4I/AAAAAAAABJ0/nRDvAU6AExU/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-5981422727283283440?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5981422727283283440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5981422727283283440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/alcoolismo-e-timidez-sexual-muita-gente.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF79laLD4I/AAAAAAAABJ0/nRDvAU6AExU/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-9085185713153221752</id><published>2009-12-22T18:06:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:43:35.822-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Alcoolismo e dor-de-cotovelo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;ALCOOLISMO E DOR-DE-COTOVELO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma das lendas mais populares sobre o alcoolismo é aquela segundo a qual uma pessoa se torna alcoólatra porque teve alguma tragédia amorosa na vida. É a “&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;teoria Vicente Celestino&lt;/span&gt;”: “Tornei-me um ébrio e na bebida busco esquecer aquela ingrata que eu amava e que me abandonou”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hipótese que está por trás desses versos é a de que existia um homem trabalhador, honesto, cheio de amor para dar e que deu tudo que tinha e o que não tinha para o seu bem-querer. E que fez essa aventureira, sem caráter ou gratidão? Sem nenhum motivo, abandonou-o! A traição foi demais para quem sempre fora só carinho e compreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo menos, essa é a versão do alcoólatra da canção. Terá sido essa a verdadeira estória? Não seria ele, há muito tempo, um biriteiro enrustido, que apronta sem parar e jamais admite se exceder em nada? Não terá ela suportado tudo o que uma mulher não pode suportar e, só depois de ultrapassados todos os limites, desistido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamais saberemos. O que sabemos é que muitas e muitas vezes a verdadeira versão é essa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quase todas as músicas de fossa desenvolvem essa teoria da dor-de-cotovelo como causa do alcoolimo. Mas essa teoria não leva em conta vários fatores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Logo de saída, muita gente sente dor-de-cotovelo e nem por isso torna-se um ébrio, tentando resolvê-la nos copos de um bar. Algumas pessoas até tomaram um ou dois pileques por causa de algum sofrimento amoroso, mas nem de perto adquiriram uma compulsão etílica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mais. Se alguém fizer um cálculo estatístico da porcentagem daqueles que perderam um grande amor e se tornaram ébrios, vai verificar que não é maior nem menor do que entre aqueles que não perderam um grande amor: os mesmos 10% a 13% vão sempre se repetir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O máximo que a dor-de-cotovelo pode fazer é deflagrar ou acelerar um alcoolismo que já existia. Mas, se não fosse ela, outro fator apareceria. Questão de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que há de verdade na relação alcoolismo/dor-de-cotovelo não é que a dor-de-cotovelo gera alcoolismo, é que o alcoolismo gera a dor-de-cotovelo. Afinal, quem aguenta conviver com um alcoólatra?.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eduardo Mascarenhas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF7e-kKZvI/AAAAAAAABJs/xbFSbjCBY2U/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418247598824384242" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF7e-kKZvI/AAAAAAAABJs/xbFSbjCBY2U/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-9085185713153221752?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/9085185713153221752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/9085185713153221752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/alcoolismo-e-dor-de-cotovelo-uma-das.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF7e-kKZvI/AAAAAAAABJs/xbFSbjCBY2U/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-2071212069583346782</id><published>2009-12-22T18:01:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:42:08.776-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Alcool e Drogas. O que fazer ?'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="COLOR: rgb(255,255,0);font-size:180%;" &gt;&lt;strong&gt;ÁLCOOL E DROGAS. O QUE FAZER ?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, em todo o mundo, é preocupante o crescente consumo de drogas. O problema alcançou tamanha proporção, que ações e repressão ao narcotráfico são pequenos paliativos que, executados isoladamente, não atingem o objetivo desejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que a questão do uso de drogas não passa apenas pelo indivíduo dependente, nem tampouco pelo traficante somente, pois estes são os dois extremos de uma questão a esmagadora maioria é composta por usuários, quer esporádicos ou freqüentes e todo o grupo social que os cerca. Senão vejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe-se que o consumo de álcool/drogas traz no seu bojo um percentual de aproximadamente 10 a 15% de usuários que em algum momento irão estar quimicamente dependentes e apresentarão problemas oriundos deste consumo. Restam portanto 85 a 90 % de consumidores que podem até ter problemas ocasionais derivados de seu uso dos químicos, mas que justamente quando surgirem estes problemas, irão identificar o prejuízo que vêm tendo e optarão por interrompê-lo ou simplesmente passarão a consumir com moderação, evitando maiores dissabores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes, todavia, serão justamente os aconselhadores mais perigosos, pois terão a experiência do controle de si mesmos e estarão sempre prontos a convencer aos outros de que é possível consumir álcool/drogas e ter controle desse uso. Haja visto seu próprio exemplo. Desta forma, teremos aí, o espelho onde o dependente busca encontrar apoio para justificar sua recusa em reconhecer a falência diante dos químicos e aceitar que é portador de uma doença de &lt;span style="COLOR: rgb(51,255,51)"&gt;NEGAÇÃO.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se começar qualquer movimento no sentido de tratar a questão: alcoolismo/toxicopedendentes, suas implicações diretas e indiretas a sua afetação na sociedade como um todo, é preciso antes de mais nada, que nos livremos de todo e qualquer preconceito para então ter condições de avaliar uma outra informação com a mente aberta. Portanto, contando com essa boa vontade dos leitores, vou apresentar alguns fatos para questionarmos juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sensível e desconfiado por natureza, o dependente químico está sempre exagerando na dose, e que dose! E, uma vez tendo começado a usar (beber, cheirar, fumar) parece querer acabar com toda a droga existente (álcool é droga) no mundo. Sua sensibilidade lhe diz que alguma coisa está errado, mas ele desconfia de qualquer tentativa de aproximação, e se isola no seu conflito, querendo resolver seu quebra-cabeças sozinho, fingindo ignorar a tragédia que se aproxima, agarrando-se desesperadamente à convicção de que desta vez será diferente. Ele vai conseguir controlar e provar para todo mundo e para si mesmo que não é um “viciado”. Apenas se descontrolou algumas vezes, é lógico, tinha bons motivos para isso, por exemplo: Se sua mulher o compreendesse e parasse de encher o saco, ele ficaria mais em casa e não usava tanto. Se não fosse tão baixo o meu salário e as coisas tão caras e esses políticos corruptos ricos e ele ali, submetido aos seus caprichos; só mesmo tomando uma para esquecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, já deu prá notar as desculpas tão nossa conhecidas, não é? Descontrole, perda da família, de empregos, dos amigos, uma profunda insatisfação diante da vida, sentimentos de solidão e constante estado de eminência de morte são comuns ao dependente químico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E temos dependentes nos diversos segmentos da sociedade, expondo a todos, aos riscos advindo do seu comportamento angustiado e irresponsável. Aviadores, motoristas, mecânicos, médicos, carteiros, professores, policiais, políticos, cozinheiros, marinheiros, controladores de vôo, donas-de-casa, babás, atores, mestres de artes marciais e tantos em outras profissões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destes, temos brancos, negros, mulatos, etc... e ainda poderão ser ricos, classe média alta, média, média baixa, pobres, muito pobres, paupérrimos e mendigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderão ser homens, mulheres, homossexuais, bissexuais, sem escolha definida ou assumida, não importa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todos, a dependência química poderá atingir, independentemente de quaisquer dos fatores citados ou outros que não tinham sido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito, a dependência química sintomatizada pelo uso abusivo de álcool/drogas, é uma doença reconhecida pela O.M.S. – Organização Mundial de Saúde no mundo inteiro. É doença nos Estados Unidos, no Japão, na Inglaterra, no Brasil, no Rio de Janeiro e São Paulo. Essa doença que mata, mas desmoraliza antes, é progressiva – ninguém começa tomando uma caixa de cerveja, fumando vinte cigarros de maconha por dia, nem cheirando dez gramas de cocaína numa noite. O uso progride.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E além disso, é incurável. Mas, o fato de não ter cura, não significa que é impossível tratá-la. É possível sim. O tratamento existe e a recuperação também. Pode-se interromper o processo de progressão a partir da total abstinência, acrescida de uma terapêutica própria, específica para o dependente químico, cujo objetivo principal é fortalecer o desejo de parar de usar e se manter assim, sendo estimulada uma proposta de mudanças que certamente poderão melhorar sua qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convém sabermos ainda, que esta doença afeta aqueles que convivem com um dependente de forma muitas vezes tão intensa que os leva a desenvolver um comportamento semelhante, e por isso, o familiar deve e precisa de tratamento similar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como podemos perceber, apenas toquei na ponta deste imenso iceberg e muito, mas muito mesmo, há para ser exposto. Essa patologia, é tão ampla e complexa que não tive, não tenho e jamais terei a pretensão de conseguir esgotar o assunto. De alguma forma, espero ter acrescentado informações úteis e ofereço o que disponho para tratar, esclarecer e orientar aqueles que quiserem ou tiverem a necessidade dessa ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta oportunidade, como sempre faço, agradeço a Deus e àqueles que propiciaram este nosso primeiro encontro, comprometendo minha equipe a continuar esse trabalho, enquanto Ele assim o permitir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF60Dp9RHI/AAAAAAAABJk/f2WDc59r5Gk/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418246861456491634" style="WIDTH: 200px; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF60Dp9RHI/AAAAAAAABJk/f2WDc59r5Gk/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-2071212069583346782?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/2071212069583346782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/2071212069583346782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/alcool-e-drogas.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF60Dp9RHI/AAAAAAAABJk/f2WDc59r5Gk/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-279153336160677678</id><published>2009-12-22T17:59:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:40:14.615-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Adicção - Drogadicção - Drogadicto'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;ADICÇÃO, DROGADICÇÃO, DROGADICTO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A dependência química não é uma doença aguda. Trata-se de um distúrbio crônico e recorrente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E essa decorrência é tão contundente, que raramente ocorre abstinência pelo resto da vida depois de uma única tentativa de tratamento. As recaídas da drogadicção são a norma. Portanto, a adicção deve ser abordada mais como uma doença crônica, como se fosse diabetes ou hipertensão arterial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Considerando o fato da dependência química ser um distúrbio recorrente e crônico, alguns autores mais realistas consideram como um bom resultado terapêutico, tal como se deseja no tratamento da hipertensão arterial, asma brônquica, reumatismo, diabetes, etc., uma redução significativa do consumo da droga, e longos períodos de abstinência, supondo a ocorrência de recaídas ocasionalmente. Muitos acham que este seria um padrão razoável de sucesso terapêutico, da mesma forma que em outras doenças crônicas, ou seja, o controle da doença, mas não a cura definitiva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Vamos chamar de “psicoativas” as drogas psicotrópicas, portanto, com efeito sobre o Sistema Nervoso Central. Convencionalmente, vamos chamar ainda de “psicoativas” as drogas de caráter ilícito, cujo efeito por ela produzido é de alguma forma agradável ao usuário. Pois bem. Quando se usa uma droga psicoativa, o efeito proporcionado por ela adquire para a pessoa um caráter de recompensa prazerosa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A maioria das definições de adicção a drogas ou dependência de substâncias inclui descrições do tipo “indivíduo completamente dominado pelo uso de uma droga (uso compulsivo)” e vários sintomas ou critérios que refletem a perda de controle sobre o consumo de drogas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O tema “drogas” é muito complexo, multidimensional e tem atraído a atenção da maioria dos países. Nas últimas duas décadas, importantes avanços nas ciências do comportamento e nas neurociências vieram contribuir para um melhor entendimento na questão do abuso de drogas e da drogadicção (droga – adicção).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A neurociência vem identificando circuitos neuronais envolvidos em todos tipos de abusos conhecidos, assinalando regiões cerebrais, neuroreceptores, neurotransmissores e as vias neurológicas comuns afetadas pelas drogas. Também têm sido identificados os principais receptores das drogas suscetíveis de abuso, assim como todas as ligações naturais da maior parte desses receptores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neurologicamente a drogadicção deve ser considerada uma doença. Ela está ligada a alterações na estrutura e funções cerebrais, e isso torna a drogadicção fundamentalmente uma doença cerebral. Inicialmente, o uso de drogas é um comportamento voluntário mas, com o uso prolongado um “interruptor” no cérebro parece ligar-se, e quando o “interruptor” é ligado, o indivíduo entra em estado de dependência química caracterizado pela busca e consumo compulsivo da droga.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF50L9V9EI/AAAAAAAABJc/c-nozfNH_eY/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418245764173657154" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF50L9V9EI/AAAAAAAABJc/c-nozfNH_eY/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-279153336160677678?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/279153336160677678'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/279153336160677678'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/adiccao-drogadiccao-drogadicto.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF50L9V9EI/AAAAAAAABJc/c-nozfNH_eY/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-4949041268452389632</id><published>2009-12-22T17:57:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:38:38.639-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Adicção'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;ADICÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;“Adicção” é uma condição na qual uma pessoa desenvolve bio-psico-social dependência, com qualquer droga alteradora de humor. Uma adicção leva uma pessoa a usar droga para conseguir uma gratificação a curto prazo. Mas existe um preço a ser pago. A longo prazo, a adicção é acompanhada por obsessão, compulsão e perda de controle. Quando não está usando, a pessoa que sofre de adicção está pensando, planejando ou procurando usar novamente (isto é obsessão). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O uso interfere com a maneira de viver, mas existe uma compulsão ou necessidade avassaladora para usar novamente, apesar das conseqüências dolorosas a longo prazo. A pessoa adicta usa a droga para aliviar a dor criada pelo seu uso. Assim o contínuo uso do químico leva ao contínuo uso do químico – isto é adicção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Adicção distingue-se de uso de droga pela falta de liberdade de escolha. Usar uma substância alteradora de humor é uma escolha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Adicção é uma condição que tira a pessoa a escolha, data e freqüência, quantidade e natureza do uso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Toda adicção começa com o uso, mas nem todo uso leva a adicção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF5RT9mglI/AAAAAAAABJU/5rAVWeuWbRQ/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5418245165026804306" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF5RT9mglI/AAAAAAAABJU/5rAVWeuWbRQ/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-4949041268452389632?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/4949041268452389632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/4949041268452389632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/adiccao-adiccao-e-uma-condicao-na-qual.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzF5RT9mglI/AAAAAAAABJU/5rAVWeuWbRQ/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-845090230983588171</id><published>2009-12-21T19:15:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:36:35.752-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- A Humildade'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;A HUMILDADE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humildade é a virtude que dá o sentimento exato da nossa fraqueza, modéstia, respeito, pobreza, reverência e submissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humildade vem do Latim “humus” que significa “filhos da terra”, ao analisarmos esta frase, encontramos material suficiente para aprender sobre a humildade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filhos da Terra: sentimo-nos oprimidos sabendo que nosso lugar não é aqui, fomos criados a imagem e semelhança do Criador, descemos por nosso próprio livre arbítrio, devendo retornar atarvés do nosso esforço e trabalho, fazendo florescer as virtudes latentes em nossa alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se diz que a humildade é uma virtude humilde, quem se vangloria da sua, mostra simplesmente que lhe falta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela torna as virtudes discretas, despercebidas de si mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humildade não depreciação de si mesmo, não é ignorância com relação ao que somos, mas ao contrário, se tem conhecimento exato do que não somos. Se apresenta com humildade, sem que a vaidade se manifeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podem-se encontrar diferentes graus de humildade, como também falsas humildades, pode-se ser humildade em breves momentos, ante algo que nos parece grandioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São falsas humildades: Aqueles que se rebaixam ante os outros querendo parecer humildes, porém estão cheios de ressentimentos, inveja ou ambição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra falsa humildade é não reconhecer ou não acreditar em seu real valor e se sentir inferior, pode até possuir humildade porém se inferioriza a tal ponto ante seus semelhantes, sentindo grande sofrimento em seu interior, este ser não respeita a sua dignidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter humildade não significa ser servil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter humildade não é signo de fraqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se ser humilde sem se depreciar ou reconhecer os valores de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, a verdadeira humildade, é aquela que o homem tem consciência e possui uma convicção do que ele é, da sua capacidade, da sua força ou da sua fraqueza, compreende a sua inferioridade, reconhece seus limites mas, não sofre por isso, se esforça e trabalha para ser melhor e procura constantemente seu aperfeiçoamento físico, moral e espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser humilde é saber ir até o ponto de não interferir nos outros, ser humilde é não entrometer-se na vida dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta humildade, esta consciência, este sentimento se adquire lentamente pelo trabalho interior ou pode ser provocada pelo recolhimento da existência de algo superior em nós mesmos, reconhecer a grandeza de Deus, o Poder Superior, das suas Forças Universais ou das leis que as regem, ante essa compreensão e reconhecimento interior há humildade, reverência à grandeza do Criador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdadeira humildade sempre está acompanhada de outras virtudes: caridade, misericórdia, amor, verdade e compaixão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Reparador deixou grandes ensinamentos de humildade: ao lavar os pés dos seus discípulos, assim como nos ensinou o amor ao próximo e a caridade, quando mitigava o sofrimento dos pobres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem pode nascer com tendências à virtude da humildade, pode nascer humilde, como também pode trabalhar para adquiri-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humildade é uma virtude que atua sem ilusão, sendo guiada pela razão. Um bom conhecimento teórico da humildade favorecem o aprofundamento nesta virtude assim como também o conhecimento exato de nossas limitações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A humildade produz no interior do homem alegria, paz e serenidade, todo o ser tem conformidade do que ele realmente é e se sente satisfeito em sua fraqueza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A força da virtude está na alma e não precisamos ser santos para ter humildade, afastando o orgulho, a vaidade, a prepotência e o egoísmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzA6aWhDRwI/AAAAAAAABJE/nuUBSYGdbb4/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417894576121923330" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzA6aWhDRwI/AAAAAAAABJE/nuUBSYGdbb4/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-845090230983588171?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/845090230983588171'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/845090230983588171'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/humildade-humildade-e-virtude-que-da-o.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzA6aWhDRwI/AAAAAAAABJE/nuUBSYGdbb4/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-3480142826218707082</id><published>2009-12-21T19:12:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:35:01.202-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- A família é importante para o tratamento'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;A FAMÍLIA É IMPORTANTE PARA O TRATAMENTO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família é fundamental para o sucesso do tratamento da dependência química. Pensar que tudo se resolverá a partir de uma internação ou após algumas consultas médicas é uma armadilha que não polpa a mais sincera tentativa de tratamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dependência é um problema que se estruturou aos poucos na vida da pessoa. Muitas vezes, levou anos para aparecer. Muitas coisas foram afetadas: o desempenho escolar, a eficiência no trabalho, a qualidade dos relacionamentos, o apoio da família, a confiança do patrão, o respeito dos empregados. Como esperar, então algo presente na vida de alguém há tempo e que lhe trouxe tantos comprometimentos desapareça de repente? Quem decide começar um tratamento se depara com os sintomas de desconforto da falta da droga e, além disso, com um futuro prejudicado pela falta de suporte, que o indivíduo perdeu ou deixou de adquirir ao longo da sua história de dependência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos podem ajudar: o patrão, os amigos, os vizinhos, mas o suporte maior deve vir da família. As chances de sucesso do tratamento pioram muito quando a família não está por perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Veja porque a família é tão importante:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O dependente muitas vezes não tem a noção completa da gravidade do seu estado. Por mais que deseje o tratamento, acha que as coisas serão mais fáceis do que imagina. Por conta disso, se expõe a situações de risco que podem leva-lo de volta ao consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dependente sente a necessidade de “se testar”, expondo-se a situações de risco para ver o seu esforço está valendo a pena. A família deve ajuda-lo estabelecendo com o dependente regras que ajudem a afasta-lo da recaída. Todo o tratamento começa com um mapeamento dos fatores e locais de risco de recaída. A família deve ajudar o dependente a evitar esses locais. Isso não deve ser feito de modo policial. Não se trata de fiscalizar. Trata-se, sim, de chamá-lo à reflexão e a responsabilidade sempre que esse, sem perceber ou se testar se expuser ao risco da recaída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dependente sente dificuldades em organizar novas rotinas para sua vida sem as drogas. O dependente de drogas precisa de apoio para superar as dificuldades e estabelecer um novo modo de vida sem drogas. Vários fatores interferem nessa tarefa. A pessoa pode estar fora do mercado de trabalho há muitos anos, desatualizada e sem contatos que lhe proporcionem voltar em curto prazo. Pode ter saído da escola muito jovem e agora está pouco qualificado para um bom emprego. Há dificuldade em se relacionar com as pessoas, aguentar as frustrações, saber esperar a hora certa para tomar a melhor atitude. A autocrítica do dependente por vezes é dura consigo mesmo. Deixa um clima depressivo e de fracasso no ar. Isso pode fazer com que os planos para o tratamento sejam deixados de lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A família no tratamento mostra que o diálogo ainda existe. A rotina da dependência química traz ressentimentos para todos. Muita roupa suja vai ser lavada. No entanto, é preciso entender que se trata de uma doença. Em um primeiro momento a motivação do dependente para a mudança e do apoio da família para mantê-lo motivado são importantíssimos. Isso demonstra que a família ainda é capaz de se unir, conversar e resolver seus problemas. Quando o momento de ir para o tanque chegar, todos estarão fortalecidos e o assunto será tratado com mais ponderação e menos emoção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzA5uYhCYUI/AAAAAAAABI8/6Tuhj-kQ2p4/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417893820744491330" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzA5uYhCYUI/AAAAAAAABI8/6Tuhj-kQ2p4/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-3480142826218707082?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3480142826218707082'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3480142826218707082'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/familia-e-importante-para-o-tratamento.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SzA5uYhCYUI/AAAAAAAABI8/6Tuhj-kQ2p4/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-5549112886953757052</id><published>2009-12-21T13:50:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:33:18.853-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- A droga chamada CRACK'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;A DROGA CHAMADA CRACK&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;O que é?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O crack é uma mistura de cloridrato de cocaína (cocaína em pó), bicarbonato de sódio ou amônia e água destilada, que resulta em pequeninos grãos, fumados em cachimbos ( improvisados ou não). É mais barato que a cocaína mas, como seu efeito dura muito pouco, acaba sendo usado em maiores quantidades, o que torna o vício muito caro, pois seu consumo passa a ser maior.Estimulante seis vezes mais potente que a cocaína, o crack provoca dependência física e leva à morte por sua ação fulminante sobre o sistema nervoso central e cardíaco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Quais são as reações do crack? O que ele provoca no organismo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O crack leva 15 segundos para chegar ao cérebro e já começa a produzir seus efeitos: forte aceleração dos batimentos cardíacos, aumento da pressão arterial, dilatação das pupilas, suor intenso, tremor muscular e excitação acentuada, sensações de aparente bem-estar, aumento da capacidade física e mental, indiferença à dor e ao cansaço. Mas, se os prazeres físicos e psíquicos chegam rápido com uma pedra de crack, os sintomas da síndrome de abstinência também não demoram a chegar. Em 15 minutos, surge de novo a necessidade de inalar a fumaça de outra pedra, caso contrário chegarão inevitavelmente o desgaste físico, a prostração e a depressão profunda.Estudiosos como o farmacologista Dr. F. Varella de Carvalho asseguram que "todo usuário de crack é um candidato à morte", porque ele pode provocar lesões cerebrais irreversíveis por causa de sua concentração no sistema nervoso central.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;O crack é uma droga mais forte que as outras?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sim, as pessoas que o experimentam sentem uma compulsão (desejo incontrolável) de usá-lo de novo, estabelecendo rapidamente uma dependência física, pois querem manter o organismo em ritmo acelerado. As estatísticas do Denarc ( Departamento Estadual de Investigação sobre Narcóticos) indicam que, em Janeiro de 1992, dos 41 usuários que procuraram ajuda no Denarc, 10% usavam crack e, em Fevereiro desse mesmo ano, dos 147 usuários, já eram 20%. Esses usuários, em sua maioria, têm entre 15 e 25 anos de idade e vêm tanto de bairros pobres da periferia como de ricas mansões de bairros nobres.Como o crack é uma das drogas de mais altos poderes viciantes, a pessoa, só de experimentar, pode tornar-se um viciado. Ele não é, porém, das primeiras drogas que alguém experimenta. De um modo geral, o seu usuário já usa outras, principalmente cocaína, e passa a utilizar o crack por curiosidade, para sentir efeitos mais fortes, ou ainda por falta de dinheiro, já que ele é bem mais barato por grama do que a cocaína. Todavia, como o efeito do crack passa muito depressa, e o sofrimento por sua ausência no corpo vem em 15 minutos, o usuário usa-o em maior quantidade, fazendo gastos ainda maiores do que já vinha fazendo. Para conseguir, então, sustentar esse vício, as pessoas começam a usar qualquer método para comprá-lo. Submetidas às pressões do traficante e do próprio vício, já não dispõem de tempo para ganhar dinheiro honestamente; partem, portanto, para a ilegalidade: tráfico de drogas, aliciamento de novas pessoas para a droga, roubos, assaltos, etc.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_uROiteOI/AAAAAAAABI0/W8j6uaYvb_4/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417810856478865634" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_uROiteOI/AAAAAAAABI0/W8j6uaYvb_4/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-5549112886953757052?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5549112886953757052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5549112886953757052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/droga-chamada-crack-o-que-e-o-crack-e.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_uROiteOI/AAAAAAAABI0/W8j6uaYvb_4/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-1331519133178846776</id><published>2009-12-21T13:47:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:31:57.662-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- A auto-aceitação'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;A AUTO-ACEITAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A falta de auto-aceitação é um problema para muitos dependentes químicos em recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Este defeito sutil é difícil de identificar e freqüentemente permanece irreconhecível. Muitos de nós acreditavam que o uso de álcool e drogas era o nosso único problema, negando o fato de que nossas vidas tinham se tornado ingovernáveis. Esta negação pode continuar a nos atormentar mesmo abstêmios. Muitos dos problemas que vivenciamos durante a recuperação são provenientes de uma inabilidade em nos aceitarmos num nível mais profundo. Podemos nem mesmo nos darmos conta de que este desconforto é a causa de nosso problema, porque ele normalmente se manifesta de outras maneiras. Podemos perceber que estamos nos tornando irritáveis, críticos, descontentes, deprimidos ou confusos. Podemos nos ver tentando mudar fatores ambientais com intuito de satisfazer o desconforto interior que sentimos. Em situações como estas, nossa experiência tem mostrado que é melhor procurar dentro de nós mesmos pela causa do nosso descontentamento.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito freqüentemente descobrimos que somos severos críticos de nós mesmos, afogando-nos em autocomiseração e auto-rejeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de conhecermos a programação, muitos de nós passamos nossa vida inteira em auto-rejeição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós nos odiávamos e tentávamos, de todas as maneiras, nos tornar alguém diferente. Nós queríamos ser qualquer outra pessoa menos nós mesmos. Incapazes de nos aceitarmos, tentávamos ganhar a aceitação dos outros. Queríamos que outras pessoas nos dessem o amor e a aceitação que não conseguíamos ter, nosso amor e amizade eram sempre condicionais. Nós faríamos qualquer coisa pôr alguém só para ganhar sua aceitação e aprovação e, então, poderíamos nos ressentir com aqueles que não correspondessem as nossas expectativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não podíamos aceitar a nós próprios, esperávamos ser rejeitados pelos outros. Não podíamos permitir que qualquer um se aproximasse de nós por medo que se conhecessem quem realmente éramos, poderiam nos odiar. Para nos proteger da vulnerabilidade nós rejeitávamos os outros antes que eles tivessem a chance de nos rejeitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_thqyBi1I/AAAAAAAABIs/zQPVrtE8_sA/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417810039425567570" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_thqyBi1I/AAAAAAAABIs/zQPVrtE8_sA/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-1331519133178846776?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1331519133178846776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1331519133178846776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/auto-aceitacao-falta-de-auto-aceitacao.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_thqyBi1I/AAAAAAAABIs/zQPVrtE8_sA/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-3797371291778485647</id><published>2009-12-21T13:43:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:27:28.913-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- A águia e a renovação'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;A ÁGUIA E A RENOVAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A águia é ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma série e difícil decisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 40 anos está com as unhas compridas e flexíveis não consegue mais agarrar as suas presas das quais se alimenta, o bico alongado e pontiagudo se curva. Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das penas, e voar já é tão difícil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, a águia só tem duas alternativas; morrer... ou... enfrentar um dolorido processo de renovação, que irá durar 150 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo, sem contar a dor que irá ter que suportar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar as suas velhas unhas. Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e, outras tradições que causam dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente livres do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;PENSE NISSO!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tudo tem seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu; a tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se, tempo de amar e tempo de aborrecer, tempo de guerra e tempo de paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_sZPnb-mI/AAAAAAAABIk/0X3rU2VJsqA/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417808795182824034" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_sZPnb-mI/AAAAAAAABIk/0X3rU2VJsqA/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-3797371291778485647?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3797371291778485647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3797371291778485647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/aguia-e-renovacao-aguia-e-ave-que.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_sZPnb-mI/AAAAAAAABIk/0X3rU2VJsqA/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-319155054830069588</id><published>2009-12-21T13:28:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:29:14.496-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- Alcoólicos Anônimos no Brasil'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;ALCOÓLICOS ANÔNIMOS NO BRASIL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1945&lt;/span&gt; – Um membro viajante norte-americano, de nome Bob Valentino, amigo de Bill W. (Fundador de A.A.) de passagem pelo Rio de Janeiro, conhece uma pessoa chamada Lynn Goodale, o trazendo a sobriedade. Assim, depois da volta de Bob para os EUA, Lynn se tornou o único contato possível no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1946&lt;/span&gt; – Herbert L. Daugherty, que conheceu Alcoólicos Anônimos em Chicago, EUA; veio ao Brasil a trabalho e escreveu à Fundação do Alcoólico solicitando contatos. Decidido a formar um Grupo de A.A. no Brasil e de manter sua sobriedade, continua durante o ano se comunicando com a Fundação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1947&lt;/span&gt; – Este foi o ano onde culminou o início do A.A. no Brasil. Em julho, Herbert recebeu o endereço de outro A.A., residente no Rio de Janeiro e panfletos em espanhol. Já em outubro, a Fundação expressa sua felicidade pelo início do primeiro Grupo de A.A. no Brasil, que conforme registro documentado teve com a inauguração no dia 05 de setembro. Sendo Antônio P. o primeiro brasileiro a fazer parte do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1948&lt;/span&gt; – No Rio de Janeiro, Herbert se encontra com Harold, um anglo-brasileiro com um caso de alcoolismo tido como perdido, e em sua conversa Herbert contou-lhe sobre como evitar o primeiro gole, o plano das 24 horas de sobriedade e sobre a melhora em sua vida pessoal e empresarial depois que se uniu ao A.A.. Pediu que colocasse em prática e que quando parasse de beber tentasse traduzir o máximo do folheto do A.A. que lhe entregara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1949&lt;/span&gt; – No início do ano o folheto estava impresso e começava a ser distribuído a todos que solicitavam. Em junho, quando Herbert retornou aos EUA, já havia um grupo com doze membros que se reuniam regularmente todas as segundas-feiras, numa pequena sala da Associação Cristã de Moços do Rio de Janeiro. O grupo depois de muitas denominações se manteve com o nome de “Grupo Rio de Janeiro de A.A.” Em lugar de Herbert, foi incumbido à Eleanor, que era norte-americana, as correspondências e tradução do material recebido da Fundação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1952&lt;/span&gt; – Os serviços no Brasil começaram a se desenvolver. No dia 08 de dezembro, foram registrados os primeiros Estatutos da Irmandade no Brasil. Foi fundado o Grupo Central do Brasil, que centralizou as atividades do A.A. Também houve diversas realizações referente a Literatura, como divulgação externa, a tradução e publicação. Neste ano também foi instituída a Sacola da Sétima Tradição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1968&lt;/span&gt; – Até o momento já se encontravam 88 Grupos funcionando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1969&lt;/span&gt; – Foi fundado no Brasil, o Centro de Distribuição de Literatura A.A. para o Brasil – CLAAB. A publicação do livro Alcoólicos Anônimos, que ficou no Brasil como “Livro Azul”, proporcionou o intercâmbio oficial entre os Grupos existentes na época como também seu cadastramento junto ao CLAAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1975&lt;/span&gt; – Em 29 de fevereiro foi fundada a JUNAAB, cujo objetivo era a afirmação da maioridade, unidade e continuidade do A.A. no Brasil, que já se apresentava com mais de 500 Grupos em todo o país. Propiciando um melhor distribuição e encargos executivos, com desmembramento das funções trazendo mais eficiência na execução de serviços e ao tendimento da correspondência. Sendo ela constituída como uma Sociedade Civil, sem fins lucrativos e com o Fórum na cidade de São Paulo, Capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1983&lt;/span&gt; – Durante a VII Conferência de Serviços Gerais em São Paulo, foram eleitos os Primeiros Custódios do Brasil, cuja posse aconteceu na VIII Conferência, em Blumenau – SC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1985&lt;/span&gt; – Sempre foi desejada desde das primeiras Convenções, uma revista brasileira de A.A. que servisse de divulgação ao público. Então durante a Segunda Reunião de Serviços Nacionais, elegeu-se uma diretoria e foi autorizada a edição experimental: que seria o número “zero” da Revista Brasileira de AA já em novembro com o sucesso de 5.000 exemplares vendidos da revista, o Comitê de Literatura da Junta, designou um nova direção e a revista foi batizada com o nome de “Vivência”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1986&lt;/span&gt; – Recomendou-se à sistemática de contribuição proporcional para os Órgãos de Serviços, assim distribuída: 60% para Centrais/Intergrupais, 25% para o Comitê de Área e 15% para a JUNAAB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1988&lt;/span&gt; – O AA Brasileiro assumiu compromissos de apadrinhamento de países africanos como a Angola, Moçambique, Guiné Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Principie, por esses países serem de língua portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;1994&lt;/span&gt; – A Revista Vivência passou a ser editada a cada dois meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Desde o seu início, em 1935, milhares de homens e mulheres em todo o mundo têm ouvido ou lido a respeito da Irmandade de Alcoólicos Anônimos. Desde então AA se tornou uma Irmandade Mundial, demonstrando que a maneira de viver de AA hoje pode superar quase todas as bandeiras de raça, de credo e de idioma. Desses, cerca de dois milhões são agora membros de AA. Pessoas que antes bebiam em excesso, finalmente tiveram que reconhecer sua impotência perante o álcool e agora experimentam uma nova maneira de VIVER, sem beber”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_pe--ziFI/AAAAAAAABIc/zePXJaanFxk/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417805595261765714" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_pe--ziFI/AAAAAAAABIc/zePXJaanFxk/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-319155054830069588?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/319155054830069588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/319155054830069588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/alcoolicos-anonimos-no-brasil-1945-um.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_pe--ziFI/AAAAAAAABIc/zePXJaanFxk/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-2717288752162996559</id><published>2009-12-21T13:23:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:18:42.286-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 12 Passos com leitura bíblica'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;12 PASSOS COM LEITURA BÍBLICA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º Passo: &lt;em&gt;Admitimos que éramos impotentes perante nossos hábitos, vícios e emoções, que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;ROMANOS 7, 15/25 – GÁLATAS 5,17 – ISAÍAS 64, 4.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2º Passo: &lt;em&gt;Viemos acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia devolver-nos a sanidade.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;FELIPENSES 4,19 – ISAÍAS 41, 13 – SALMO 56, 2 – ISAÍAS 53, 4 e 5.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3º Passo: &lt;em&gt;Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus na forma em que concebíamos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;SALMO 30, 5 e 6 – SALMO 30, 5 e 6 – SALMO 36, 4 e 5 – SALMO – 144, 18 e 19.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4º Passo: &lt;em&gt;Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;SALMO 138, 23 e 24.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5º Passo: &lt;em&gt;Admitimos perante Deus, perante nós mesmo e perante outro ser humano a natureza exata de nossas falhas.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;I JOÃO 1, 9 – PROVÉRBIOS 28, 13 – TIAGO 5, 16.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6º Passo: &lt;em&gt;Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;SALMO 18, 12 e 13 – TIAGO 4, 8/10.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7º Passo: &lt;em&gt;Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;SALMO 50, 3/5 e 9/12 – SALMO 31, 3/7.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8º Passo: &lt;em&gt;Fizemos uma relação de todas as pessoas que tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;LUCAS 19, 8/10 – HEBREUS 12, 14 e 15.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9º Passo: &lt;em&gt;Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou a outrem.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;TIAGO 5. 16 – MATEUS 5, 23 e 24 – I JOÃO 4, 20.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10º Passo: &lt;em&gt;Continuamos fazendo o inventário pessoal, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;SALMO 50, 3/6 – SALMO 138, 1/7 – PROVÉRBIOS 4, 23/27 – I CORÍNTIOS 10, 12.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11º Passo: &lt;em&gt;Procuramos através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus na forma em que concebíamos. Rogando apenas o conhecimento de sua vontade em relação a nós, e força para realizar essa vontade.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;MATEUS 6, 5/15 – I PEDRO 2, 1/3 e 5, 6/7.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12º Passo: &lt;em&gt;Tendo experimentando um despertar espiritual, graças a estes passos procurando transmitir esta mensagem aos toxicômanos e alcoólatras e praticar estes princípios em todas as nossas atividades.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;GÁLATAS 6, 2 – TIAGO 1, 22/26 – I PEDRO 1, 22/25 – MATEUS 28, 18/20.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_oBKo0dsI/AAAAAAAABIU/zPDemupGypA/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417803983483074242" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_oBKo0dsI/AAAAAAAABIU/zPDemupGypA/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-2717288752162996559?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/2717288752162996559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/2717288752162996559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/12-passos-com-leitura-biblica-1-passo.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_oBKo0dsI/AAAAAAAABIU/zPDemupGypA/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-5613459088594073822</id><published>2009-12-21T13:17:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:17:43.870-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 10 passos que ajudarão seus filhos a dizerem não as drogas'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;10 PASSOS QUE AJUDARÃO SEUS FILHOS &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;A DIZEREM NÃO AS DROGAS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;CONVERSE&lt;/span&gt; com seus filhos sobre álcool e demais drogas. Isto pode ajudá-lo a mudar a idéia de que ingerir álcool, fumar e usar outras drogas são normais e aceito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;ESCUTE&lt;/span&gt; atentamente seus filhos. Eles irão compartilhar suas experiências com você, demonstre interesse e escute-os atento e ativamente a cada momento de sua vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;AJUDE&lt;/span&gt; seus filhos a se sentirem bem consigo mesmo. Seus filhos se sentirão bem quando você elogiar seus esforços e vitórias. Fortalecerá sua auto estima se criticar as suas ações e não a eles como pessoa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;AJUDE&lt;/span&gt; seus filhos a desenvolverem valores firmes e adequados. Se seus filhos têm valores firmes e adequados estarão fortalecidos e cheios de certeza para dizerem NÃO ao consumo de álcool e drogas. Eles não se deixarão levar pelo que dizem seus amigos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;DÊ&lt;/span&gt; um bom exemplo. Os hábitos e costumes que você tem a respeito de consumo de álcool, tabaco e outras drogas, influenciarão fortemente nas idéias que seus filhos terão em relação a este consumo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;AJUDE&lt;/span&gt; seus filhos a superar a pressão do grupo de amigos. Os filhos que tem aprendido a ser respeitoso, carinhoso e seguro de si mesmos, terão muito mais possibilidade de manejar a pressão do grupo em que convive, com um NÃO firme e positivo às drogas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;ESTABELEÇA&lt;/span&gt; regras familiares. Estabeleça regras específicas a respeito da proibição do álcool, cigarro e as demais drogas dentro do lar. Deixe claro o tipo de disciplina que receberá algum membro de sua família que se envolve com drogas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;INCENTIVE&lt;/span&gt; as atividades sã e criativa. O lazer, os eventos escolares e atividades religiosas, criativas e desportivas, ajudarão a combater a ociosidade de seus filhos e a prevenir o uso de álcool e drogas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;PARTICIPE&lt;/span&gt; o problema com outros pais. Reuna-se com outros pais e converse sobre a prevenção de álcool e drogas. Isso ajudará a comparar e reforçar o diálogo familiar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;PROCURE&lt;/span&gt; informações sobre o que deve ser feito se suspeitar ter alguém com problemas de consumo de álcool e drogas próximo de você.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;APRENDA&lt;/span&gt; a reconhecer as características relacionadas ao consumo de álcool e as demais drogas. Se precisar procure ajuda imediatamente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_mxVy7PDI/AAAAAAAABIM/pTV3uDDIg9w/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417802612088716338" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_mxVy7PDI/AAAAAAAABIM/pTV3uDDIg9w/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-5613459088594073822?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5613459088594073822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/5613459088594073822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/10-passos-que-ajudarao-seus-filhos.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_mxVy7PDI/AAAAAAAABIM/pTV3uDDIg9w/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-7970779141620651988</id><published>2009-12-21T11:52:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:16:53.896-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 12º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;O DÉCIMO SEGUNDO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Décimo Segundo Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a esses passos, procuramos transmitir essa mensagem aos alcoólatras e praticar esses princípios em todas as nossas atividades”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Diz ainda o texto: “O prazer de viver é o tema e a ação sua palavra-chave”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Viver bem em todos os momentos pode parecer utópico, a princípio. Mas, segundo Alcoólicos Anônimos, isso pode ser conseguido a partir de um elemento simples, o chamado despertar espiritual. A meu ver, esse despertar significa descobrir uma motivação básica que oriente e impulsione todas as ações do indivíduo. Dessa maneira, torna-se muito simples explicar a razão do sucesso do programa dos Doze Passos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A derrota diante da dependência alcoólica trouxe o fim do sofrer, através da consciência do sofrimento, esta evidenciou a necessidade de mudar e reformular comportamentos, caráter, conceitos e valores, e a busca dessa reformulação – a luz da fé na viabilidade e eficácia dos métodos empregados – resulta em mobilização psíquica e prazer. Enfim, orientado pela certeza de necessitar crescer sempre, o alcoolista em recuperação empenha-se em praticar os Doze Passos em todos os momentos do seu dia, retirando daí o chamado combustível espiritual necessário a manter em movimento seu processo de crescimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o despertar espiritual não seja mais do que a descoberta de que é possível obter prazer através do simples esforçar-se em direção a um objetivo claro e incontestável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir de então, resta agir. E a ação que se promove, a partir da necessidade de manter a máquina em movimento, direciona-se automaticamente aos elementos desenvolvidos em todos os outros passos de ação. A prática diária ou sistemática da interparticipação grupal, do inventário, da reparação, da oração, da meditação, etc., é originalmente, cada degrau do crescimento e, portanto, gera prazer por si só.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Viver, diária e plenamente, os Doze Passos, essa é a fórmula de ação. Aplicá-la ao trabalho, ao lazer, ao lar e ao grupo, adaptá-la ao seu ritmo e estilo de vida, torna simples e prazeroso o relacionamento e a convivência em sociedade, a partir de que é honesto e prazeroso o convívio consigo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Agora, ser honesto não significa, apenas, um valor moral e sim, um passo em direção ao objetivo consciente de crescer e libertar-se e, portanto, gratifica. Assim como pedir desculpas não significa humilhar-se porque encerra propósitos claros. Viver, cada momento, com um objetivo maior que a segurança material, a estabilidade afetiva e o destaque pessoal, é a chave da chamada sobriedade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Acredito, portanto, que o Décimo Segundo Passo sintetiza a fórmula do programa de tratamento do alcoolismo sugerido por Alcoólicos Anônimos quando se refere a “praticar esses princípios em todas as nossas atividades”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E o mais importante de tudo isso: assim como a doença e o sofrimento igualou indivíduos diferentes, o objetivo comum os une e os mantém semelhantes em propósitos e métodos. A ajuda mútua é, portanto, o meio comum que complementa motivações e objetivos únicos e qualifica o uso do termo “irmandade”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_SWqLndLI/AAAAAAAABHk/-CO9GesNveM/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417780163471963314" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_SWqLndLI/AAAAAAAABHk/-CO9GesNveM/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-7970779141620651988?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7970779141620651988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7970779141620651988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/o-decimo-segundo-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_SWqLndLI/AAAAAAAABHk/-CO9GesNveM/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-9028630776178504785</id><published>2009-12-21T11:49:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:16:11.306-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 11º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;DÉCIMO PRIMEIRO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Décimo Primeiro Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós e forças para realizar essa vontade”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Prossegue-se tentando viabilizar o processo de reaprendizado necessário para atingir o objetivo final de recuperação do alcoolismo: a convivência social plena composta de relações interpessoais prazeirosas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como foi demonstrado ao discutir-se o Décimo Passo, é fundamental que o alcoolista possa, durante o reaprendizado, perceber aspectos positivos em sua vida, para manter-se motivado independente do grau de desconforto originado pelas dificuldades e conflitos, inter-humanos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Evidentemente, sabemos que o alcoolista tende, sempre, a procurar alívio em seu objeto de dependência e, portanto, tem maior necessidade de conforto que alguém sadio, não-dependente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim como um inventário pessoal diário é útil para um balanço geral do dia ou do período vivido, a oração e a meditação são formas, igualmente importantes, de travar um contato mais íntimo com os fatos e as emoções envolvidas no dia a dia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De uma maneira geral, o programa dos Doze Passos revela-se uma forma concreta de busca consciente do aperfeiçoamento pessoal, estando, portanto, subentendidas as dificuldades próprias a um processo de recondicionamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O mecanismo da oração e da meditação serve para, em momentos de angústia decorrente de conflitos e dúvidas, rememorar os propósitos de reavaliação e reformulação tentando, assim, freiar impulsos antes que decisões ou atitudes precipitadas – inerentes ao padrão anterior de comportamento – possam trazer, agora, conseqüências desagradáveis e mais angústia. O hábito de, antes de qualquer conclusão, analisá-la cuidadosamente à luz dos propósitos originais é uma eficiente arma contra, por exemplo, o remorso e a culpa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O tomar contato consciente com suas emoções possibilita ao alcoolista uma elaboração mais adequada das mesmas e o resultado advindo é a reação mais coerente com os tais propósitos de reformulação. Esse mecanismo é fonte de um sentimento de conforto e paz derivado da certeza de estar tentando acertar. E eis o mistério dos Doze Passos: a manutenção desse processo traz, ao mesmo tempo, alívio (prazer) e motivação para prosseguir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além disso, todos os mecanismos utilizados com o objetivo de estreitar o contato consigo próprio servem para facilitar a convivência social. Treinar o “parar para pensar”, condicionado à confirmação consciente da necessidade de aceitar suas limitações, é fundamental para que o alcoolista possa retirar daí a motivação para conviver com elas da melhor maneira possível. O relaxamento e a paz advindos desse contato fornecem condições para um convívio mais amplo em sociedade. É o treinamento que traz segurança ao alcoolista para enfrentar as dificuldades do relacionamento interpessoal sem o medo imobilizante de sofrer a cada momento. Estes, portanto, são métodos eficazes de viabilizar o crescimento através do prazer (paz e conforto).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_RqvVC5jI/AAAAAAAABHc/o5BvrN2jbnE/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417779408939443762" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_RqvVC5jI/AAAAAAAABHc/o5BvrN2jbnE/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-9028630776178504785?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/9028630776178504785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/9028630776178504785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/decimo-primeiro-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_RqvVC5jI/AAAAAAAABHc/o5BvrN2jbnE/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-2968281079371649209</id><published>2009-12-21T11:43:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:15:40.225-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 10º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;DÉCIMO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Décimo Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Continuamos fazendo o inventário pessoal e quando estávamos errados nós o admitíamos prontamente”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como diz claramente o texto de “Os Doze Passos” de Alcoólicos Anônimos, a prática dos nove primeiros passos prepara o indivíduo para uma nova vida. Evidentemente, é necessário muita disposição para tal e muito trabalho foi realizado para poder romper os principais vínculos elaborados com o objeto de dependência. Graves deturpações do comportamento e das relações interpessoais, que transformaram o passado do alcoolista em um fardo insustentável a ponto de causar o sofrimento necessário à humilhante admissão de fracasso, tiveram de ser revistas e objetivamente encaradas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir de então, de acordo com a profundidade e a seriedade com que foram vivenciadas essas nove etapas do tratamento, resta ao paciente, efetivamente, conviver com seu momento presente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Livre dos principais entraves passados, objetivos e subjetivos, resta dinamizar o processo em termos atuais. Conseqüências importantes da descaracterização da personalidade, da imaturidade emocional e do imediatismo serão, também objetiva e subjetivamente, enfrentadas pelo alcoolista em seu processo de recuperação. Inicia-se, a partir de então, um novo tipo de convívio com suas emoções. Evidentemente, emoções mais limpas, livres do acúmulo de culpas, remorsos e ressentimentos passados, mas igualmente desconfortáveis pelo inusitado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Compreende-se que o uso de psicofármacos inibe, cronicamente, o contato com os sentimentos, tornando-os extremamente desconfortáveis. Vivenciar raiva, paixão, alegria, tristeza, angústia, ansiedade, sem paliativos, exige um processo, igualmente demorado, de aprendizado. A necessidade de alívio é constante e o imediatismo é um risco. É necessário possibilitar, diante de tantas dificuldades, um saldo positivo para o paciente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como fazê-lo?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que a dinâmica do processo de recuperação mantém-se pelos seus próprios ganhos, objetivos e subjetivos. A capacidade de enxergar tais ganhos está na abrangência do referencial do indivíduo. Esse referencial está moldado pela consciência do seu passado e das conseqüências deste em seu presente. O ganho será vivenciado como tal, na medida em que represente progresso em relação a esse referencial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em tudo isso está embutida a importância dos passos anteriores para a elaboração dessa consciência (referencial) e da motivação em função desta. Está implícito, também, que as dificuldades presentes representam empecilhos, mais ou menos graves, para a manutenção dessa dinâmica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, concretamente, o Décimo Passo trata de uma maneira objetiva de trabalhar essas dificuldades presentes antes que passem a representar entraves sérios. As chamadas armadilhas podem e devem ser desfeitas, antes que o desconforto originado seja mais forte que a perspectiva de alívio e o indivíduo recorra ao recurso já conhecido, o álcool.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os sentimentos devem ser trabalhados de forma a não representarem ameaças e sofrimento. O indivíduo pode, através de um contato sistemático com suas emoções, evitar as deturpações, o acúmulo e as reações patológicas, todos geradores de maior desconforto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O ideal para isso é o autocondicionamento. Um contato freqüente, se possível diário, com essas emoções, é fundamental para uma convivência mais saudável com elas e para um maior aprendizado sobre si próprio. Uma análise cuidadosa e detalhada dos fatos e motivos envolvidos é importante para a elaboração de um conhecimento mais amplo de suas reações. O fato de conhecer-se, aprendendo sobre si próprio a partir do contato com suas emoções e reações, possibilita ao alcoolista avaliar seu momento sem permitir que falhas acumulem-se e permaneçam, cronicamente, distorcendo seu comportamento. Um episódio de raiva pode ser analisado como despropositado e, a partir de então, objetivamente reformulado, evitando reações igualmente descabidas, conseqüentes entraves ao relacionamento, e mais emoções desconfortáveis e desnecessárias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste momento, o admitir o despropósito da emoção não significa fracasso e sim um importante mecanismo de facilitação da convivência social. A partir do momento em que o alcoolista é capaz de fazê-lo, torna-se possível, para ele, elaborar seu comportamento de maneira saudável, evitando problemas desnecessários e maior desconforto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O alívio e o prazer estão implícitos nesse movimento pela grata sensação de estar tentando melhorar, o que não implica, evidentemente, em acertar sempre. Gratificar o convívio interpessoal, através de reações saudáveis às emoções despertadas pelos relacionamentos, é tarefa muito difícil, principalmente para o alcoolista, em função de distorções emocionais e comportamentais crônicas. Seria utópico desejar que de uma hora para outra ele fosse capaz de relacionar-se de forma saudável e prazeirosa. Ele pode, apenas, tentar. E através da motivação para essa tentativa, procura-se possibilitar, pelo inventário diário, o acesso aos progressos e dificuldades desse processo e, com base neles, incentivar e facilitar as próximas tentativas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Evidenciar ganhos enquanto estes não são tão evidentes e possibilitar a conquista de novos enquanto se processa a reeducação social, esses são os objetivos do Décimo Passo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O profissional e o grupo terapêutico são importantes elementos para auxiliar o paciente nesse inventário. A clareza, a objetividade e a imparcialidade, além da possibilidade de um espaço para catarse e obtenção de alívio, são cada vez mais relevantes.&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_Q15f4utI/AAAAAAAABHU/pPV9uF0gjsQ/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417778501136202450" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_Q15f4utI/AAAAAAAABHU/pPV9uF0gjsQ/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-2968281079371649209?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/2968281079371649209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/2968281079371649209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/decimo-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_Q15f4utI/AAAAAAAABHU/pPV9uF0gjsQ/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-7361804157993106086</id><published>2009-12-21T11:40:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:15:17.227-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 9º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;NONO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Nono Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-lo significasse prejudicá-las ou a outrem”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esse passo é, evidentemente, a prática do oitavo. Consciente de que é necessário reconstruir seu universo de relações, de uma forma saudável e prazerosa, o alcoolista precisa agir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É muito importante que o profissional esteja atento ao momento vivido pelo paciente. É provável que a abstinência seja, por si só, motivo de euforia e êxtase para este, motivando-o a atos pouco racionais, tendendo impulsivamente a clamar ao mundo arrependimento e disposição em mudar de vida. Isso tudo é perfeitamente compreensível ao analisarmos a sensação de liberdade causada pela ruptura do vínculo concreto com a dependência. Mas é preciso saber, também, que atitudes impensadas podem gerar conflitos perigosos a abstinência frágeis e recentes. É fundamental uma certa estruturação dessa abstinência em bases sólidas de consciência, motivação e autoconhecimento, para que se possa prever os resultados de tais atitudes e preparar-se adequadamente para eles.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As relações de um alcoolista crônico são, geralmente, carregadas por sentimentos adversos de ambas as partes, concretamente elaborados em função de fatos reais, intensificados, quase sempre, por preconceitos morais e sociais, o que as torna, literalmente, bombas a explodir. É preciso muito cuidado ao abordá-las para que revelações intempestivas não funcionem como estopins para verdadeiras crises agravantes do quadro. Cada reparação deve ser precedida de minucioso exame da estrutura pessoal do paciente, de seu preparo prévio, de sua motivação para tal atitude, das contingências envolvidas na desestruturação de tal relação, do momento presente desta e das possíveis conseqüências de uma revelação contundente para ambas as partes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É claro que nem todas as relações estarão deterioradas a tal ponto. Mas é claro, também, que nem sempre a superfície destas retrata fielmente o íntimo de um contato patogênico. Evidentemente, não há pressa e o próprio processo de abstinência servirá como fonte inicial de alívio das tensões de tais relacionamentos. Pode-se orientar o alcoolista para que comece a se colocar, revelando seus propósitos de recuperação e reformulação, o que, sem dúvida, preparará o caminho para revelações mais profundas. É até possível que apenas isso seja suficiente para que uma nova relação comece a ser moldada entre os envolvidos, mas não se deve esquecer que o objetivo não é apenas modificar o exterior de tal relacionamento e sim as emoções que estão nele implícitas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, a cada vez que o alcoolista se revela diante de outrem, expõe seus defeitos de forma humilde e honesta e reintera sua disposição em reformular-se, está criado um forte vínculo com seu estado de abstinência. A partir de então, a recidiva significa, além de todos os prejuízos inerentes à própria doença, a humilhante sensação de fracasso de seus propósitos diante das pessoas, alvos de tais reparações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É importante, portanto, incentivar sempre. É claro que precaução não significa procrastinação. O preparo prévio é fundamental porque previne catástrofes, mas catástrofe idêntica é a paralisação do processo de reformulação. Isso porque a própria atitude de expor-se, revelando falhas e deficiências, e mostrar-se dispostos a melhorar, é fonte de gratificante sensação de conforto e bem-estar, mesmo que os resultados, a nível da relação, não sejam satisfatórios. O movimento do prazer psíquico como fonte de motivação para novos progressos está mantido e é isso o que importa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esses resultados concretos, em termos da relação propriamente dita, podem ser previamente avaliados em função do teor da revelação a ser feita. Existem casos em que o próprio conteúdo dessa revelação é tão contundente e tão prejudicial à relação que é preferível omiti-lo. Nessas situações, o próprio comportamento e atitude do alcoolista, no decorrer de seu processo de recuperação, serão suficientes para minimizar os danos causados sem que seja necessário pormenorizá-los. Talvez a necessidade de uma reparação plena, em termos pessoais, possa ser satisfeita a nível de grupo terapêutico, onde o sigilo e a confidencialidade protegem as partes envolvidas, além de possibilitar a criação do vínculo terapêutico citado anteriormente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A principal conclusão disso tudo é que o Nono Passo deve ser realizado da maneira mais completa possível e, portanto, ininterrupta. A cada conquista, em termos de relações interpessoais mais saudáveis e bem-estar consigo próprio, novo projeto semelhante deve ser engatilhado. É neste momento que se reforça a tese de que o homem é uma inesgotável fonte de emoções, descobertas e, portanto, prazer, precisando, apenas, para efetivá-lo, ter consciência disso e tomar contato com uma maneira prática de fazê-lo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_Pia9h_cI/AAAAAAAABHM/Eq8LHnQzEYs/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417777067009899970" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_Pia9h_cI/AAAAAAAABHM/Eq8LHnQzEYs/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-7361804157993106086?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7361804157993106086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/7361804157993106086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/nono-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_Pia9h_cI/AAAAAAAABHM/Eq8LHnQzEYs/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-8493582942797619766</id><published>2009-12-21T11:37:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:14:52.680-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 8º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;OITAVO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Oitavo Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esse passo trata de como descobrir, individualmente, a fórmula da recuperação. Dissemos, e repetimos, que apenas um processo contínuo de melhoria da qualidade das relações interpessoais e sociais do indivíduo poderia transformá-las na fonte causadora do combustível (prazer) necessário para substituir o efeito do álcool. Para isso, todos os passos anteriores trataram basicamente da principal de todas essas relações – a relação consigo próprio. Em função disso, é provável que algo significativo do autoconceito tenha sido resgatado e esteja mantendo o alcoolista motivado ao progresso. A partir do Oitavo Passo, tenta-se expandir esse universo de relações para as interpessoais, sugerindo-se um exame e uma reestruturação destas para que se possa reabilitá-las.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Afinal de contas, as características do alcoolismo crônico transformaram o paciente em verdadeiro ser anti-social e suas relações estão totalmente desestruturadas ou, quando pouco, deturpadas. Todas essas seqüelas são importantes barreiras ao processo de reformulação, pois de nada adianta uma consciência pessoal e uma motivação intrínseca se não é possível pô-las em prática em prol de uma melhor qualidade de vida, no sentido mais amplo do que vida quer dizer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É preciso avaliar criteriosa e minuciosamente as verdadeiras falhas de suas relações para que se possa construí-las sadiamente, sem resquícios patológicos. É complicado e ansiogênico tentar reformular objetivamente uma relação quando esta é fonte e produto de ressentimentos, por exemplo. Rever tais ressentimentos, sua origem, a parcela de responsabilidade que lhe cabe, é partir para uma verdadeira reformulação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esse é, sem dúvida, assim como o nono, um passo difícil e doloroso, onde, mais do que nunca, a humildade, no sentido de aceitação de limites e deficiências e real disposição de modificá-los, se mostra indispensável. Uma coisa é admitir, para si, a existência de defeitos e dispor-se a modificá-los, outra é fazê-lo perante outrem. Evidentemente, essa admissão ultrapassa os confortáveis limites do grupo terapêutico, onde conta-se com aliviantes manifestações de carinho e compreensão. Neste momento, o alcoolista parte para um real contato com o mundo deturpado que a evolução de sua doença produziu e sabe, ou deve saber, que nem sempre poderá contar com o mesmo carinho e compreensão. Mas é exatamente aí onde o medo, o isolamento, o orgulho, tornam-se tão presentes, que deve estar mais presente ainda a premência da reformulação, em seu mais amplo sentido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É indispensável construir relações sadias para que se possa obter prazer destas, mesmo que, durante muito tempo, o alcoolista tenha que conviver com os reflexos de sua doença, não em seu comportamento, mas no dos outros e mesmo que a única parte sadia dessas relações seja, neste momento, o próprio paciente. É preciso não esquecer que a tentativa honesta de reformular já é a própria reformulação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além disso, em muitas ocasiões, a porção mais doentia da relação é o sentimento despertado pelo possível prejuízo causado. Portanto, por mais que possa parecer desnecessário concretamente mexer com ela, o desconforto gerado por tais sentimentos deve ser revisto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em suma, o Oitavo Passo propõe um criterioso exame das relações do indivíduo, implícito na consciência de que o alcoolismo deturpou-as de tal maneira que o isolou, sendo, por conseguinte, imperioso tentar reconstruí-las.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É importante, também, que isso seja feito de uma maneira concreta e prática. Alcoólicos Anônimos sugere que seja feita uma lista de pessoas às quais o alcoolista tenha prejudicado, concreta ou abstratamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O profissional pode ajudá-lo, ao conhecer sua história de vida, alertando-o ou confrontando-o em situações conflitivas. Uma ordem de prioridade pode ser aconselhável, preferindo-se sempre as relações geradoras de maior desconforto no momento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além disso, como já foi dito, o ambiente do grupo terapêutico tem seu papel intensificado por momentos como estes, quando a própria reformulação é confrontativa e ansiogênica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em resumo, esse Quarto Passo das relações, como é dito em Alcoólicos Anônimos, significa o começo do fim do isolamento e, mais ainda, da marginalização social do alcoolista e é sumamente importante que isso esteja claro.&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_O4BV4EvI/AAAAAAAABHE/xl-jzV-E3LM/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417776338578182898" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_O4BV4EvI/AAAAAAAABHE/xl-jzV-E3LM/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-8493582942797619766?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/8493582942797619766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/8493582942797619766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/oitavo-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_O4BV4EvI/AAAAAAAABHE/xl-jzV-E3LM/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-1751661043287133772</id><published>2009-12-21T11:33:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:14:33.324-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 7º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;SÉTIMO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Sétimo Passo diz: “&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Humildemente rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A necessidade imperiosa e constante de satisfazer seus impulsos torna o alcoolista egocêntrico, isolando-o de valores espirituais, como se o prazer e o bem-estar imediatos fossem as únicas maneiras de sentir-se bem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, a participação do álcool nesse processo de dependência do prazer traz consigo todo o amplo leque de conseqüências físicas, psíquicas, sociais, comportamentais e morais, característica do abuso químico e torna o sofrimento parte ativa desse ciclo mórbido. A dependência gera ansiedade e sua satisfação gera conseqüências desastrosas à estrutura global do ser humano. Com o passar do tempo, o prazer torna-se cada vez mais distante enquanto a dor mostra-se presente e avassaladora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É uma vida inteira, anos e anos gastos em ansiogênica luta contra um processo de dependência para o qual uma única solução encontrada tornou-se insuportável. O ciclo patológico de dor como necessidade de alívio, alívio esse gerador de mais dor, entrava-se no limite individual de sofrimento que cada ser humano desenvolveu intrinsecamente. Ao atingi-lo, o indivíduo descobre que não é mais possível manter esse processo e este pode ser o passo inicial para a descoberta da necessidade de romper o isolamento e buscar, na força das relações interpessoais, uma nova fonte de alívio e prazer. Vivenciar uma humilhante sensação de desespero; derrota diante de sua própria opção de vida; falência de seus mecanismos de obtenção do prazer; pode ser a única solução para romper o processo de dependência e, através disso, vislumbrar, no convívio social, e na reformulação pessoal como elemento possibilitador deste, o substituto ideal para promover um bem-estar duradouro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Essa sensação, alimentada pela dor e pela ausência de perspectivas, impulsiona o alcoolista a entregar-se a um processo de tratamento que procura basear-se na manutenção de um novo ciclo de retroalimentação pelo prazer, este fundamentado em crescimento pessoal e redescoberta de valores ditos espirituais. Para isso, propõe-se uma criteriosa avaliação do indivíduo como ser social e uma, não menos criteriosa, reformulação de todas as deturpações psicossociais características do ciclo patológico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao atingir esse estágio, o alcoolista depara-se com dificuldades objetivas. Em primeiro lugar, admitir que deveria interromper o uso do álcool derivou-se de profundo e insuportável sofrimento, o qual, é fato, já não mais é presente. Sem dúvida, a abstinência trouxe reflexos positivos importantes e a dor já não é mais tão aguda e lancinante quanto aquela que motivou tal mudança. Em segundo lugar, parar de beber significa, em princípio, abdicar do grande causador de males físicos, psíquicos e sociais e, tendo descoberto a possibilidade de fazê-lo, a tendência é acomodar-se e relaxar. Ainda mais quando progredir significa encarar valores e comportamentos profundamente desenvolvidos e que, nem sempre, estão conscientemente ligados ao sofrimento original.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O profissional deve estar preparado para identificar sérios e graves entraves à progressão do tratamento. O alimento do ciclo de recuperação do alcoolismo é a motivação ininterrupta, a motivação pela motivação. O contato consigo mesmo, a consciência de suas deficiências, a certeza de que é necessário revê-las para desenvolver sua capacidade de relacionamento interpessoal, devem ser objetivamente expostos como partes de uma única solução para promover durabilidade ao processo de recuperação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Humildade, termo tão utilizado em Alcoólicos Anônimos, é exato e perfeitamente cabível. O produto ideal da humilhação diante da inevitável derrota pela perspectiva de liberdade em função de trabalho sério e honesto consigo mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É importante reforçar que essa humildade não é apenas uma necessidade vital para sobreviver ao rude golpe da perda de controle, mas, fundamentalmente, um estilo de vida, no qual, a cada dia, constrói-se, ou reconstitui-se, algo mais da capacidade individual de relacionar-se a partir da reformulação pessoal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O prazer não está na vitória mas na sensação (humilde) de tentar, honestamente, ser melhor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Dessa maneira, fica claro que o sentido da ajuda ininterrupta é o fundamento do Sétimo Passo. Humildade é reconhecer que, antes de mais nada, precisa-se da ajuda de outrem para efetivar, com eficácia, a tal reformulação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conversar honestamente sobre seus próprios defeitos, compartilhar sentimentos anteriormente considerados humilhantes como: medo; vergonha; raiva; inveja e ciúme é a chave do verdadeiro despertar espiritual, o prazer límpido de estar tentando crescer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir do momento em que o alcoolista descobre os benefícios abstratos, e tão pouco materialistas, de sentir-se em paz após anos e anos de conflitos e turbulências, tanto internos quanto externos, pode-se considerar rompido o processo de patológica dependência. Daí em diante, a dor e o sofrimento não mais farão parte do processo de reestruturação pessoal e social, conquanto o prazer, dito espiritual, estará presente até em momentos de objetiva e concreta dificuldade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É fundamental que o mecanismo terapêutico esteja apto a proporcionar tal descoberta, tal despertar. É muito importante valorizar a tentativa, incrementar a confiança, dar créditos à verdadeira e honesta motivação. É preciso criar, no ambiente de tratamento, no grupo ou na relação terapêutica, um clima de conforto e confiabilidade. A compreensão e o envolvimento são as melhores armas para fazer o paciente acreditar que é possível crescer sem sofrer, sem ter de passar por novas e dolorosas humilhações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como está escrito no texto de “Os Doze Passos” de Alcoólicos Anônimos, cada um de nós gostaria de viver em paz consigo mesmo e com seus semelhantes. O alcoolista, apenas, não sabe como fazê-lo, ou melhor, tentar fazê-lo, até então, tem significado muito sofrimento. O tratamento deve significar, agora, um espaço para que ele possa encarar a dor das perdas sem precisar sofrer e desfrutar a alegria das conquistas, por menores que possam representar para outrem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se, por acaso, ele vier a acreditar que o elemento terapêutico utilizado pode ajudá-lo a reconhecer suas deficiências, aceitá-las como seus atuais limites e modificá-las quando possível e sem sofrimento, só lhe restará agradecer humildemente e prosseguir confiante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_OMgbMQiI/AAAAAAAABG8/S4u0gouqwYY/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417775591007732258" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_OMgbMQiI/AAAAAAAABG8/S4u0gouqwYY/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-1751661043287133772?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1751661043287133772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1751661043287133772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/setimo-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_OMgbMQiI/AAAAAAAABG8/S4u0gouqwYY/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-1347222490640626014</id><published>2009-12-21T11:30:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:14:08.282-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 6º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;SEXTO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Sexto Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O processo está em andamento. Desde o início desse programa comportamentalista de tratamento do alcoolismo deixamos claro que a única forma de reverter o mecanismo da dependência seria substituí-la por um estado dinâmico de busca de crescimento; um crescimento baseado em progressos, ditos espirituais, e no prazer advindo da consciência de estar tentando progredir. Para isso, consideramos fundamental uma profunda auto-avaliação de valores, conceitos e atitudes pessoais e uma inabalável, enquanto duradoura, determinação para prosseguir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A realidade da vida do alcoolista trouxe-lhe, ao lhe ser apresentada, a consciência de sua doença e da necessidade de submeter-se a esse processo para superá-la. Essa realidade foi referencial para a determinação necessária à primeira grande mudança: a interrupção do uso do álcool.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O processo de dor aguda e de perda e o sofrimento gerado a partir da abstinência, praticamente compulsória, mostraram-lhe a necessidade de uma fonte exógena de ajuda, operando assim a segunda mudança: a ruptura do isolamento e da onipotência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A iminência do desconforto e a necessidade premente de alívio o fez acreditar nessa ajuda que lhe foi oferecida, integrando-o ao processo terapêutico e efetivando a terceira mudança: a reversão momentânea da desconfiança e do ceticismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em cada progresso efetivado está implícito uma agradável sensação de bem-estar, uma sensação de conforto que origina-se na liberação paulatina das garras da dependência que significam, concretamente, vínculos com o estado de doença, evidenciados em deturpações crônicas de caráter, comportamento e moral. É simples exemplificar: o uso abusivo do álcool leva à necessidade de mentir para proteger-se e ao objeto de consumo, a tal ponto que a mentira incorpora-se ao indivíduo, tornando-se implausível dizer a verdade. Ao não mais precisar beber, rompem-se os vínculos com a atividade da doença e a mentira torna-se inútil e descabida. O contato com essa nova realidade traz, imediatamente, a sensação de alívio e liberdade que é a motivação para prosseguir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esse simples exemplo demonstra a necessidade da minuciosa avaliação de todos os valores, conceitos e atitudes inerentes à pessoa do alcoolista. A simples efetivação dessa avaliação inicia uma nova fase de mudanças: a ruptura do medo; da culpa e da vergonha decorrentes do orgulho patológico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Consequentemente, o partilhar do resultado dessa avaliação com outrem nada mais é do que o culminar desse processo: o orgulho e a desonestidade; os preconceitos e as defesas, sendo amplamente expostos e derrotados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Efetivamente, o processo está em andamento. Mas deve estar claro, ao profissional e ao paciente, que este apenas inicia-se. Como todo processo, ele deve ser contínuo, pois dessa continuidade depende a integridade do tratamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tal como o efeito do álcool, são fugazes o alívio e o prazer obtidos a cada mudança (conquista). Portanto, se almejarmos uma recuperação efetiva, deve-se manter sempre acesa a esperança de melhorar (crescer).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Sexto Passo é justamente o fundamento disso, a mistura exata da eterna busca da perfeição com a consciência da impossibilidade em alcançá-la. Deve-se sempre tentar chegar o mais próximo possível dela, mas deve, também, estar claro que perfeição é, e sempre será, meta.&lt;br /&gt;Portanto, para o profissional interessa fornecer subsídios para manter o processo em andamento, sem que haja interrupção por obstáculos concretos ou abstratos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em grupo ou individualmente, além das recomendações já repetidas, a atuação do profissional pode basear-se em: identificar elementos a serem reformulados, assim como deturpações de caráter e comportamento, aberrações morais ou, mesmo, inversão ou perversão de valores; além de valorizar, sempre, as mudanças, consciente ou inconscientemente, já efetuadas pelo paciente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Evidenciar situações onde o orgulho, a ambição, o rancor, a gula, a lascívia, a inveja, a preguiça ou outras derivações instintivas hajam gerado desconforto ou causado empecilhos à boa resolução de conflitos, pessoais ou sociais, pode ser útil, ainda mais quando complementado através do fornecimento de métodos concretos de autotreinamento para reavaliação desses elementos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Encorajar, incentivar e reforçar a motivação básica, são atitudes sempre cabíveis ao profissional interessado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É sempre oportuno clarificar que a tendência evolutiva do tratamento é a acomodação, a partir do distanciamento objetivo e subjetivo da dor aguda. O profissional, nestes momentos, deve estar atento para mecanismos de boicote ao tratamento, tais como: ausências; justificativas e argumentações, utilizando o confronto como arma terapêutica sempre que necessário. Impor limites, pressionar, advertir o paciente das conseqüências de uma recidiva, sempre baseado em dados concretos, deve ser um recurso ao qual deve-se estar sempre pronto a recorrer. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em se tratando de alcoolismo, ajudar e encobrir falhas são antônimos inconfundíveis.&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_NQziAMYI/AAAAAAAABG0/ria1aASEVvA/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417774565344424322" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_NQziAMYI/AAAAAAAABG0/ria1aASEVvA/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-1347222490640626014?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1347222490640626014'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/1347222490640626014'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/sexto-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_NQziAMYI/AAAAAAAABG0/ria1aASEVvA/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-2622149982041124927</id><published>2009-12-21T11:24:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:13:50.018-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 5º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;QUINTO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Quinto Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se pudéssemos resumir o tratamento do alcoolismo em uma só palavra, esta seria “reformular”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É claro que essa reformulação deve ser tão abrangente quanto se deseje efetividade para o tratamento. E é claro, também, que essa profunda e complexa reformulação deve ter início o quanto antes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os passos anteriores trataram de um preparo, pessoal e metodológico, do terreno propício a essa reformulação e, através de um meticuloso inventário inicial, foi possibilitado, ao alcoolista, tomar contato com o que de mais premente há para ser reformulado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir do Quinto Passo inicia-se concretamente a reformulação, pois, em termos abstratos e genéricos, é óbvio que esta inicia-se desde o momento primeiro do tratamento – à interrupção do uso do álcool.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Após o momento de reflexão proposto no Quarto Passo, e após uma efetiva participação em procedimentos terapêuticos grupais, é bem provável que o paciente tenha podido enxergar alguns aspectos importantes de sua moral, caráter e comportamento e é também possível que, diante do recém-iniciando processo de autoconhecimento, ele tenha condições de avaliar os propósitos e benefícios de tentar reformular alguns desses aspectos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De certa maneira, pode-se imaginar que após esses progressos o alcoolista esteja apto a dirigir seus próprios caminhos no sentido de uma verdadeira reformulação. Mas, infelizmente, estamos diante de uma doença cujos sintomas e sinais principais derivam de conflitos gravíssimos entre consciência pessoal e consciência social e fundamentam-se em crônica distorção da visão de mundo e da realidade. Portanto, é possível também que todos esses elementos terapêuticos até aqui desenvolvidos estejam, sobremaneira, influenciados por essas características patológicas, a saber; negação, racionalização e projeção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Além disso, quando se trata de alcoolismo, com todo o seu estigma moral e social, é provável que entre o reconhecimento de todas as facetas adoecidas do caráter e do comportamento e a real admissão de todas elas como patológicas, exista uma grande barreira formada por orgulho e preconceitos pessoais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É preciso, portanto, promover uma ampla discussão de todos esses dados, para que estes possam ser elaborados detalhadamente sem aqueles bloqueios pessoais. Mecanismos psicológicos de defesa, orgulho e desconfiança devem ser dissolvidos através da confiança mútua; da integração definitiva; da igualdade; da compreensão; do alívio e da catarse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É esse o fundamento do Quinto Passo. Alcoólicos Anônimos o chama de “limpeza da casa”, uma verdadeira abertura de portas e janelas, uma ruptura definitiva com os principais vínculos mantidos com a doença. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O clímax do programa terapêutico de base comportamentalista está na submissão integral e esta está contida no Quinto Passo. A partir do momento em que o alcoolista se expõe, honesta e claramente, a outra pessoa de sua inteira confiança, ele está, automaticamente, rompendo as barreiras do isolamento, do orgulho, da desconfiança e da desonestidade. Vencer o medo, a culpa, a vergonha e a raiva depende de muita motivação e é a prova definitiva de que existe real aceitação e entrega (como foi anteriormente definida) ao processo terapêutico e, portanto, reais possibilidades de êxito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O profissional pode desempenhar diversos papéis para prestar auxílio ao paciente na efetivação desse passo, desde promover uma discussão ampla das características do alcoolista, em grupos terapêuticos, até dispor-se a compartilhar com o paciente a íntegra de seu Quinto Passo. Para isso, é necessário apenas discrição e imparcialidade, já que a confiança depositada pelo paciente ao escolhê-lo como apto a desempenhar tal papel denota existirem, nesse profissional, atributos pessoais relevantes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É importante salientar que não existe parâmetro para se verificar a eficácia do Quinto Passo, a não ser o que esse procedimento trouxe de resultados em relação à evolução do paciente. Este próprio deverá ser o parâmetro de efetividade. Um Quinto Passo deve servir para promover, antes de mais nada, a definitiva integração do alcoolista ao processo de tratamento e, diante disso, podem ser necessários outros “Quintos-Passos” mais, tantos quantos forem necessários à tal integração. O mais importante, aqui, é iniciar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_L1qpwW3I/AAAAAAAABGs/DthBJ-Sb3Ik/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417772999592926066" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_L1qpwW3I/AAAAAAAABGs/DthBJ-Sb3Ik/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-2622149982041124927?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/2622149982041124927'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/2622149982041124927'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/quinto-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/Sy_L1qpwW3I/AAAAAAAABGs/DthBJ-Sb3Ik/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-8237329689514002828</id><published>2009-12-18T20:03:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:13:16.838-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 4º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;QUARTO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Quarto Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A satisfação dos instintos naturais é fonte, também natural, de prazer. O alcoolista é aquele indivíduo que não consegue obter naturalmente prazer através da satisfação de seus instintos e segue, portanto, dois caminhos diferentes: um que leva à exacerbação de seus instintos ou a uma necessidade vital de permanente satisfação destes para obtenção de um prazer básico; e outro que leva ao uso do álcool para a obtenção do mesmo prazer básico a partir da satisfação natural de seus instintos. Enfim, ou o alcoolista exagera na satisfação de seus próprios instintos ou inclui o álcool em seu ritual de prazer, ou mesmo, ao final do processo, ambas as coisas, quando nem uma nem outra forma são suficientes para gerar aquele prazer básico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A tendência é sempre esse indivíduo optar, de acordo com a sua personalidade, por um, ou pouco mais de um, instinto natural a ser satisfeito, geralmente aquele que mais se relaciona com sua formação, moral e cultural, e estilo de vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim, com ou sem álcool, inicia-se o processo psicopatológico do alcoolismo. Valores, conceitos e, por conseguinte, comportamento e relações sociais destinam-se exclusivamente à obtenção de prazer (por que não dizer alívio?) e sofrem, progressivamente, graves deturpações. Com a inclusão do álcool (utilizado, aí, com finalidade patológica) e de todas as contingências físicas, psíquicas, sociais e morais de seu abuso, é perfeitamente previsível a deterioração global dos elementos pessoais e interpessoais do indivíduo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A partir da abstinência, é comum que o processo se reinstale ou se perpetue já que a fonte suplementar de prazer, o álcool, não mais está presente. Alcoolistas em recuperação são geralmente compulsivos por algo como trabalho, sexo, religião, dinheiro, comida, relacionamentos ou outras fontes de prazer. E é evidente que todos esses exageros levam sempre a relações distorcidas com o objetivo de prazer. Caráter e comportamentos patologicamente construídos sob o estigma da necessidade compulsiva de satisfação pessoal (ou alívio), são características do alcoolista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A única maneira de reverter esse quadro, após a interrupção do uso do álcool, é através de profunda reformulação. Parar de beber significa, apenas, remover da cena principal um objeto importante na caracterização do quadro mas, para modificar-se o enredo, deve-se reavaliar todos os papéis e cenários.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É muito comum que, em função daquela necessidade básica de prazer, o alcoolista tenha desenvolvido artifícios psicopatológicos como desonestidade, egocentrismo, megalomania e outros, assim como protegido sua própria fragilidade atrás de mecanismos racionais ou inconscientes de defesa. É muito mais comum ainda que, retirado o álcool, permaneçam todas essas características, até que algo seja feito para modificá-las. Travar contato com todas elas é, pois, fundamental para a concretização de uma proposta efetiva de abstinência alcoólica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deve-se ter em mente também que é imperiosa a necessidade de uma nova fonte de prazer, sem a qual o desconforto, ocasionado pela abstinência alcoólica, pela perda do recurso mágico de alívio e pelos conflitos pessoais e sociais, tornar-se-á insuportável e a recidiva inevitável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A proposta do Quarto Passo é, justamente, além de iniciar efetivamente a reformulação através da auto-avaliação, fornecer, por meio do movimento psíquico (mobilização), uma fonte alternativa de prazer (pelo simples fato de estar tentando iniciar um processo de mudança e busca de melhor qualidade de vida). A fonte espiritual ou psicossocial de prazer inicia seu fornecimento a partir da eclosão desse ciclo: tentar mudar para poder crescer, assim como crescer para continuar tentando. O prazer, aí, é endógeno e retroinjetável. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Quarto Passo é, portanto, uma proposta prática de ação. Após adquirida, consistentemente, uma consciência da necessidade de mudar; após ter vislumbrado perspectivas objetivas de ajuda nesse sentido; após ter arriscado acreditar na eficácia dessa ajuda, eis que é apresentada, ao alcoolista, uma maneira concreta e prática de iniciar o processo de mudança.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como já foi dito, um programa de teor comportamentalista depende muito de motivação (submissão e aceitação, derrota e humildade) e a cada passo que se avança, aumenta a necessidade de aprofundamento nos anteriores. Isso torna-se óbvio pelo conseqüente e inevitável afastamento da fonte inicial de motivação (o sofrimento agudo) que se torna, consciente e inconscientemente, obscurecida pelo tempo, pela memória e pelos mecanismos psíquicos de defesa. A fonte básica de motivação está sempre na realidade, passada e presente, que cerca o alcoolista, ou seja, na desestruturação de suas relações pessoais e interpessoais. Caracterizá-las objetivamente é objeto e motivo do Quarto Passo, para que haja, concretamente, razão e possibilidade de modificá-las.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alcoólicos Anônimos fala em meticulosidade e perenidade e estas são palavras-chave para um Quarto Passo eficaz. Quanto maior a motivação básica, mais meticulosa e profunda será a auto-avaliação e, evidentemente, melhores serão os resultados e benefícios desta, que o são, por si, progressivamente utilizáveis como fontes auxiliares de motivação para a continuidade do processo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O papel do profissional, nessa etapa do tratamento, é fornecer ao paciente meios concretos para desenvolvimento desse inventário. Apresentar roteiros objetivos, questionários, identificar características morais e atitudinais a serem avaliadas, reforçar a reativar motivações, incentivar a participação em atividades terapêuticas grupais para que novos elementos sejam reconhecidos e estar disponível, fazem parte de uma atitude facilitadora e compreensiva (nunca protecionista e permissiva), bastante útil em um momento tão ansiogênico e doloroso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O apoio de um grupo terapêutico homogêneo e integrado é, também, fundamental para promover alívio e conforto, além de incentivo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O restante depende, exclusivamente, do próprio alcoolista. Não custa salientar, mais uma vez, que a cada interrupção do processo terapêutico por recidiva deve-se, sempre, retornar ao início do mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxRDKA3GwI/AAAAAAAABGU/lzmtOUWNF1k/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416793566489287426" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxRDKA3GwI/AAAAAAAABGU/lzmtOUWNF1k/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-8237329689514002828?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/8237329689514002828'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/8237329689514002828'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/quarto-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxRDKA3GwI/AAAAAAAABGU/lzmtOUWNF1k/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-6675214917758635757</id><published>2009-12-18T19:58:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:12:17.928-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 3º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;TERCEIRO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Terceiro Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíamos”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Agir. Estamos diante de uma dificuldade concreta no processo de tratamento. Até agora, o alcoolista conseguiu vivenciar um sentimento de derrota, um aliviante sentimento de leveza e liberdade, antes que tardia e ainda que fugaz, mas que serviu para apresentá-lo humilde, disposto a ser ajudado. O Terceiro Passo trata de como fazê-lo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É necessário confiar, acreditar que a ajuda oferecida é suficiente e capaz de reverter o mecanismo de destruição. Medo, dúvidas e ceticismo são naturais e deverão ser enfrentados com paciência e compreensão. A confiança é a mola-mestra para um Terceiro Passo eficaz, é o combustível que moverá o mecanismo terapêutico – apesar do risco constante de retrocessos a cada dificuldade, diante dos quais deve-se, sempre, retornar aos passos anteriores e reforçar a consciência da necessidade do tratamento e da possibilidade de sucesso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O alcoolista estará, neste momento, diante de características importantes de sua doença: o imediatismo; a compulsividade; a imaturidade; a insegurança e o ceticismo. O álcool trouxe alívio sintomático para seus conflitos mas trouxe-lhe, também, a incapacidade de encará-los sem beber, tolhendo-lhe, cronicamente, as possibilidades de crescimento. Abstêmio, ele estará novamente diante de tais conflitos, desconfortável e sem opções imediatas de alívio. A tendência natural será sempre, até que todo esse processo seja revertido, a recidiva. Sua (de todos) única segurança é a certeza (consciência) de que não há mais alívio, e sim dor cada vez mais intensa, contido no hábito de beber.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Terceiro Passo é um passo de ação – costuma-se ouvir em grupos de Alcoólicos Anônimos. Chegou o momento, é preciso começar e a única forma para começar a reverter a dependência alcoólica é acreditando que alguma outra forma de ajuda será suficiente para fornecer alívio e conforto. Pessoas, grupos, planos de vida, Deus, algo há de funcionar, o importante é confiar, dar-se a chance de experimentar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A atitude do profissional, neste momento, é muito importante. Para o alcoólico, submeter-se a um processo de tratamento, onde conceitos e valores definidos e concretizados patologicamente durante tanto tempo devem ser renunciados e reavaliados é, antes de tudo, doloroso. Dor, medo, angústias e pavor são imobilizantes. É diferente saber-se doente e admitir a possibilidade de tratamento, de integrar-se e fazer parte, efetivamente, de um grupo terapêutico. A mobilização do paciente, neste momento, depende, fundamentalmente, de confiança e respeito mútuos. A identificação recíproca como fonte de conforto e alívio da solidão e insegurança tem sido largamente utilizada por Alcoólicos Anônimos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Visivelmente, a consciência do passado é a mola propulsora desse processo e a entrega, nome dado à verdadeira participação no tratamento, depende, basicamente, de quão necessário esse processo é percebido pelo paciente. Confiar, de uma hora para outra, em pessoas que lhe propõem abstinência do único recurso paliativo a seus conflitos depende de muita resignação e humildade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A tarefa do profissional consiste, em primeiro lugar, em reforçar sempre a certeza de que o tratamento indicado é extremamente necessário e tão eficaz quanto mais ampla for a participação do paciente. A partir de então, esse profissional poderá ajudá-lo a adquirir confiança no grupo terapêutico, em função da confiança adquirida em si próprio. É comumente notado que o alcoolista passa a acreditar no tratamento a partir do momento em que toma contato com os benefícios que o mesmo vem-lhe trazendo. Incentivo, apoio e envolvimento são, aí, fundamentais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É importante esclarecer que para um programa propulsionado por motivação intrínseca para mudanças concretas de comportamento e valores, é fundamental que o ciclo de retroalimentação dessa motivação esteja fluindo naturalmente. Disso dependem todos os outros passos e de tais passos depende a segurança e a efetividade do tratamento. Cada progresso é um vínculo a mais com o próprio processo e cada vínculo adquirido é a própria motivação para novos progressos.&lt;br /&gt;Confiança se transmite confiando, fé só se transmite acreditando.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxP7N4C2iI/AAAAAAAABGM/EIT-MXh_IjI/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416792330575469090" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxP7N4C2iI/AAAAAAAABGM/EIT-MXh_IjI/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-6675214917758635757?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/6675214917758635757'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/6675214917758635757'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/terceiro-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxP7N4C2iI/AAAAAAAABGM/EIT-MXh_IjI/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-3606658560768723000</id><published>2009-12-18T19:38:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:11:54.792-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 2º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;SEGUNDO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Segundo Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Viemos a acreditar que um poder superior a nós mesmos poderia devolver-nos à sanidade”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A chave para o Segundo Passo está na consistência com que é sentida a oração “Viemos a acreditar”. Essas palavras significam, antes de qualquer relação mística ou religiosa, a descoberta da humildade. E ser humilde, nesse caso quer dizer ter consciência de suas limitações, consciência de sua doença e, em função disso, admitir o fundamento essencial da necessidade de ser ajudado para vencer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em Alcoólicos Anônimos costuma-se dizer, em relação à recuperação, que só o alcoolista pode, mas jamais o poderá sozinho. Essa é a essência do Segundo Passo, a consciência plena da necessidade de ajuda para superar resistências endógenas e exógenas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A dificuldade em vivenciar um Segundo Passo pleno varia na medida exata da plenitude em que foi vivenciado o Primeiro Passo. É lógico que quão maior for a consciência da impotência e mais profundo o contato com seu próprio descontrole, mais evidente a necessidade de ajuda para superá-los. Saber-se e admitir-se derrotado significa assumir suas deficiências e pode representar o início de um processo de busca. Nesse processo de maior contato com valores e conceitos; nessa avaliação global da realidade individual, estão embutidas as perspectivas de auxílio objetivo. Apresentá-las de forma concreta e organizada representa uma medida extremamente útil. Que recursos estão disponíveis, no momento, para ajudar essa pessoa? De que forma concretizar-se-á essa ajuda? O profissional deverá neste momento ter a medida exata de oportunismo e envolvimento necessários a um aconselhamento objetivo e prático.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É claro que essa ajuda deverá sempre adaptar-se ao tipo de alcoolista, ou melhor, às características do indivíduo em questão. Encaminhar um materialista a grupos místicos é desperdiçar oportunidades, talvez irresgatáveis. Ao profissional interessa estar a par de todos os recursos disponíveis de tratamento, além de que tipo de tratamento indicar-se-á para cada caso.&lt;br /&gt;O tratamento do alcoolista consiste, em termos genéricos, em fornecer suporte psicossocial á abstinência, ou seja, oferecer a essa pessoa, além de tratamento médico, espaço para sentir, sofrer e crescer sem que para isso seja necessário beber. Compreensão e identidade são fundamentais, objetividade e envolvimento são importantes. Qualquer ação terapêutica que ofereça esses elementos pode ser utilizada paralelamente ao programa dos doze passos. Grupos religiosos, grupos sociais, grupos psicoterapêuticos ou grupos de ajuda mútua incluem-se como recursos cabíveis e úteis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Conhecer a realidade do paciente: seus medos; suas angústias; suas dúvidas; seus anseios e suas crenças é uma maneira segura de evidenciar características do caso para um encaminhamento objetivo do tratamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para que tudo isso tenha um mínimo de efetividade, uma coisa deve estar totalmente clara para o alcoolista: a impossibilidade absoluta de progresso sem que alguma forma de auxílio lhe seja prestada. Portanto, em qualquer ação profissional relacionada ao Segundo Passo de Alcoólicos Anônimos devem estar sempre evidentes os motivos de tal afirmativa, ou seja, é impossível ajudá-lo no Segundo Passo sem que o primeiro tenha sido vivenciado de forma satisfatória.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxPQGqF1mI/AAAAAAAABGE/O4McUXq1vKI/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416791589903521378" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxPQGqF1mI/AAAAAAAABGE/O4McUXq1vKI/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-3606658560768723000?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3606658560768723000'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/3606658560768723000'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/segundo-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxPQGqF1mI/AAAAAAAABGE/O4McUXq1vKI/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8401572464693867693.post-498932685963327291</id><published>2009-12-18T19:33:00.000-08:00</published><updated>2010-11-16T13:11:10.173-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='- 1º Passo de A.A. (Visão Terapêutica)'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#ffff00;"&gt;&lt;strong&gt;O PRIMEIRO PASSO de A.A. (Visão Terapêutica)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Primeiro Passo diz: &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;“Admitimos que éramos impotentes perante o álcool – que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Sem dúvida, é esse o mais importante dos Doze Passos, o inicial para qualquer tentativa de progressão aos subsequentes, e, evidentemente, o mais complexo e difícil de todos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pode ser até que seja simples a um alcoólatra, diante de tantos e inegáveis fatos que evidenciem e comprovem sua ingestão descontrolada de bebida alcoólica, vivenciar um processo de exaustão e mesmo de admissão momentânea de que deve parar e reavaliar seu padrão de consumo. Mas é claro, também, que isso não é nem nunca será suficiente para alguém se dispor a reavaliar todo um padrão de vida, de comportamento, toda uma escala de valores e conceitos. É preciso uma admissão muito mais ampla que envolva não somente o uso do álcool, mas que abranja todos os aspectos de sua vida, uma verdadeira e plena aceitação de fracasso. Humilhação? Talvez.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Esta torna-se ainda mais complexa quando verificamos que a motivação para os passos subsequentes originar-se-á apenas dessa consciência e que, portanto, dependerá da consistência e durabilidade de tal aceitação. Vivenciar um mero esgotamento passageiro de recursos é muito diferente de assumir a condição de impotência e real desistência – rendição.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Beber pode não ser mais o objetivo imediato de um alcoolista em processo de dor aguda, mas abrir mão de elementos arraigados por anos e anos de comportamento patológico e elaboração distorcida da realidade significa, sempre, dor maior e mais profunda.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para o profissional que se disponha a ajudar o alcoolista neste momento, deve ficar claro que este poderá e deverá utilizar mecanismos fortíssimos de defesa para proteger-se dessa perda iminente, ou seja, da perda de um paliativo que foi, se não atualmente, bastante eficaz para alívio de sentimentos desconfortáveis. É constante, portanto, o risco de sabotagem ao tratamento ou a qualquer forma de ajuda, desde que representem ameaça ao sistema estabelecido de imediatismo sintomático.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o único auxílio realmente efetivo nessa etapa é proporcionar uma real, objetiva e concreta visão de mundo ao alcoolista, para que este possa elaborar, solidamente, uma consciência estritamente individual da necessidade em progredir no processo de tratamento. Ajudá-lo a enxergar perdas, danos e conseqüências do uso descontrolado do álcool, tentando sempre ampliar o ângulo de visão dessa realidade aos diferentes aspectos de sua vida, é a melhor maneira de fortalecer sua vontade e desenvolver elementos intrínsecos de mobilização para um trabalho a longo prazo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Alcoólicos Anônimos o faz através das experiências pessoais e é inegável que o exemplo é o melhor conselho e a forma mais objetiva de confrontar. Mas é também inegável que a teoria e a realidade científicas auxiliam bastante nesse trabalho de conscientização.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pode ser necessário, para isso, o auxílio de outras pessoas que hajam participado diretamente do processo progressivo do alcoolismo e é muito útil a inclusão de familiares, amigos, colegas de trabalho e/ou outros significantes em atividades confrontativas e intervencionistas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, o fundamento básico do Primeiro Passo é a consciência plena da necessidade de mudar e é muito importante que fique claro que essa mudança não consiste, apenas, em interromper o uso do álcool. É dever do profissional evidenciar, na vida do alcoolista, seqüelas multiespectrais da doença em todos os seus aspectos, sejam eles físicos, psíquicos, sociais, emocionais, comportamentais ou morais. Uma profunda reavaliação do ser humano é a única forma eficaz conhecida para reverter uma relação tão íntima quanto a relação de dependência. É por esse motivo que o processo de conscientização deve ser ininterrupto, renovado a cada momento do tratamento, pois dele depende a mobilização do paciente para este.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxOlCUWVDI/AAAAAAAABF8/fv25FQB1WR0/s1600-h/assinatura01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5416790850004210738" style="WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 29px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxOlCUWVDI/AAAAAAAABF8/fv25FQB1WR0/s200/assinatura01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8401572464693867693-498932685963327291?l=vandercampello.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/498932685963327291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8401572464693867693/posts/default/498932685963327291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://vandercampello.blogspot.com/2009/12/o-primeiro-passo-de.html' title=''/><author><name>Vander Campello</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12128679265321169233</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxIq3FFHnI/AAAAAAAABFc/hN60flVh3ME/S220/102_0902.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_R0Nu5KkAD4M/SyxOlCUWVDI/AAAAAAAABF8/fv25FQB1WR0/s72-c/assinatura01.jpg' height='72' width='72'/></entry></feed>
